sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Fab Sugar Cupcakes: All Chocolate Cupcake
Fab Sugar Cupcakes: All Chocolate Cupcake: "Quem não gosta de chocolate? Esse é um cupcake que agrada a todos os paladares Massa leve e molhadinha de chocolate com cobertura de ganach..."
Fab Sugar Cupcakes: Apple Pie Cupcake
Fab Sugar Cupcakes: Apple Pie Cupcake: "Primeiro post com um dos meus favoritos Apple pie cupcake Cupcake de massa leve de maçã com canela e iogurte finalizado com topping de caram..."
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Primeira etapa do Circuito Hyundai Adventure acontece no Guarujá no próximo sábado
O anúncio oficial está lançado. Já estão abertas as inscrições para a primeira etapa do Circuito Hyundai Adventure, que será realizada no dia 17 de abril de 2010 a partir das 7h na cidade do Guarujá – litoral de São Paulo.
Em uma iniciativa da APCA – Associação Paulista de Corrida de Aventura e da Look Cultural, o Hyundai Adventure chega para fazer parte do Campeonato Paulista de Corridas de Aventura com um formato dinâmico e envolvente, que tem como objetivo levar aos atletas não só do Estado de São Paulo, mas de todo o Brasil, a oportunidade de competir em circuitos de rara beleza em locais conhecidos por suas características turísticas e de entretenimento.
A prova
Dentro desse cenário o primeiro ponto escolhido para a realização do circuito foi a cidade litorânea do Guarujá. A prova passará por um circuito cercado de belezas naturais, com trechos de trekking em trilhas de mata nativa, alternando para canoagem em mar calmo, onde os atletas poderão passar por algumas ilhas e praias virgens enquanto percorrem de mountain bike alguns dos trechos mais competitivos do circuito, fechando a prova com um rappel alucinante que promete ser inesquecível.
A primeira prova será bastante disputada. As características do percurso fazem da competição uma etapa de velocidade, onde o atleta a partir do momento da largada não poderá descansar ou correrá o perigo de ser ultrapassado. Já a navegação não será o fator dominante para quem quiser vencer a prova. A estratégia de cada equipe será o diferencial decisivo para se obter um bom resultado.
A premiação contará com trofeu e medalhas para os três primeiros de cada categoria. Estão abertas inscrições para quarteto pro, dupla masculina pro, dupla mista pro, solo pro, dupla masculina iniciante e dupla mista iniciante. Haverá medalhas de participação para todos que completarem a prova. As inscrições podem ser feitas no site http://www.ativo.com.
O Circuito Hyundai Adventure
A prova conta, ainda, com algumas curiosidades. O Circuito Hyundai Adventure é pioneiro no Brasil. Trata-se do primeiro Projeto de Corridas de Aventura aprovado pelo Ministério do Esporte utilizando-se do benefício da Lei de Incentivo ao Esporte e as etapas marcam pontos para o Campeonato Paulista de corrida de aventura.
Durante a realização da prova acontecerá uma ação diferenciada. A Hyundai, como patrocinadora oficial da Copa do Mundo da FIFA 2010, distribuiu para cada país participante uma enorme bola chamada Good Will Ball. Os países fazem um tour com a bola colhendo autógrafos e assinaturas de celebridades e frases de torcedores, fazendo relação pública enviando muita energia positiva para que a seleção ganhe o mundial.
No final de maio todos os países participantes enviam esta bola para a África do Sul e a mesma ficará exposta durante toda a copa do mundo, junto às bolas de outras nações.
As próximas etapas do circuito acontecem nas cidades de Campos do Jordão e São Paulo em datas a definir. Quem desejar saber mais informações sobre a prova pode acessar o site do vento - www.hyundaiadventure.com.br ou então visitar a página da APCA – www.apca.esp.br.
Informações para a imprensa
Aventura Press: Daniela Nanni – Assessora de imprensa - (11) 8544 9112
daniela@aventurapress.com.br
www.aventurapress.com.br
Em uma iniciativa da APCA – Associação Paulista de Corrida de Aventura e da Look Cultural, o Hyundai Adventure chega para fazer parte do Campeonato Paulista de Corridas de Aventura com um formato dinâmico e envolvente, que tem como objetivo levar aos atletas não só do Estado de São Paulo, mas de todo o Brasil, a oportunidade de competir em circuitos de rara beleza em locais conhecidos por suas características turísticas e de entretenimento.
A prova
Dentro desse cenário o primeiro ponto escolhido para a realização do circuito foi a cidade litorânea do Guarujá. A prova passará por um circuito cercado de belezas naturais, com trechos de trekking em trilhas de mata nativa, alternando para canoagem em mar calmo, onde os atletas poderão passar por algumas ilhas e praias virgens enquanto percorrem de mountain bike alguns dos trechos mais competitivos do circuito, fechando a prova com um rappel alucinante que promete ser inesquecível.
A primeira prova será bastante disputada. As características do percurso fazem da competição uma etapa de velocidade, onde o atleta a partir do momento da largada não poderá descansar ou correrá o perigo de ser ultrapassado. Já a navegação não será o fator dominante para quem quiser vencer a prova. A estratégia de cada equipe será o diferencial decisivo para se obter um bom resultado.
A premiação contará com trofeu e medalhas para os três primeiros de cada categoria. Estão abertas inscrições para quarteto pro, dupla masculina pro, dupla mista pro, solo pro, dupla masculina iniciante e dupla mista iniciante. Haverá medalhas de participação para todos que completarem a prova. As inscrições podem ser feitas no site http://www.ativo.com.
O Circuito Hyundai Adventure
A prova conta, ainda, com algumas curiosidades. O Circuito Hyundai Adventure é pioneiro no Brasil. Trata-se do primeiro Projeto de Corridas de Aventura aprovado pelo Ministério do Esporte utilizando-se do benefício da Lei de Incentivo ao Esporte e as etapas marcam pontos para o Campeonato Paulista de corrida de aventura.
Durante a realização da prova acontecerá uma ação diferenciada. A Hyundai, como patrocinadora oficial da Copa do Mundo da FIFA 2010, distribuiu para cada país participante uma enorme bola chamada Good Will Ball. Os países fazem um tour com a bola colhendo autógrafos e assinaturas de celebridades e frases de torcedores, fazendo relação pública enviando muita energia positiva para que a seleção ganhe o mundial.
No final de maio todos os países participantes enviam esta bola para a África do Sul e a mesma ficará exposta durante toda a copa do mundo, junto às bolas de outras nações.
As próximas etapas do circuito acontecem nas cidades de Campos do Jordão e São Paulo em datas a definir. Quem desejar saber mais informações sobre a prova pode acessar o site do vento - www.hyundaiadventure.com.br ou então visitar a página da APCA – www.apca.esp.br.
Informações para a imprensa
Aventura Press: Daniela Nanni – Assessora de imprensa - (11) 8544 9112
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quinta-feira, 4 de março de 2010
Claro 100k larga com a maior premiação do Brasil: R$ 50 mil
A etapa de abertura da Claro 100k, novidade no ciclismo de estrada nacional, irá pagar a maior premiação da história do Brasil. São R$ 50 mil a serem divididos entre as categorias de Elite. Outro grande atrativo é o local da prova, pois as bicicletas do evento serão as primeiras a passar pelo trecho sul do Rodoanel, no dia 27 de março.
A copa definirá seus campeões em cinco etapas, somando um prêmio total de R$150.000,00 em dinheiro. Os amadores das categorias Open e Equipe também ganham medalhas e troféus, e todos os que cruzarem a linha de chegada recebem a medalha de "finisher".
O formato de distribuição do prêmio também é um diferencial, seguindo o exemplo dos eventos da União Ciclística Internacional. Os 15 primeiros homens e 10 primeiras mulheres de cada categoria profissional dividem o dinheiro. Considerando que haverá as Elites de Ciclismo de Estrada, Mountain Bike e Triathon, de ambos os sexos, serão 75 atletas premiados por etapa.
O organizador da Claro 100k, Mario Roma fala sobre as características inéditas deste evento. "Mesmo a prova sendo em estrada, conseguimos incluir atletas de todas as modalidades e níveis, de amadores aos melhores atletas nacionais, além de oferecer uma ótima premiação. A divisão do dinheiro é democrática e mais profissionais se beneficiam. Nosso intuito é valorizar o esporte e a elite do ciclismo brasileiro".
Roma ainda lembra que todos os inscritos na Claro 100k farão parte do programa TAP Bike Frendly, que dá 10% de desconto nos vôos da companhia aérea portuguesa e a bicicleta viaja sem nenhum custo adicional.
As inscrições já estão abertas pelo site oficial da Claro 100k: www.claro100k.com.
--
Informações para a Imprensa:
Luisa Tartari
Tel +55 11 3846-6030
press.rc@romacomunicacao.com.br
www.claro100k.com
A copa definirá seus campeões em cinco etapas, somando um prêmio total de R$150.000,00 em dinheiro. Os amadores das categorias Open e Equipe também ganham medalhas e troféus, e todos os que cruzarem a linha de chegada recebem a medalha de "finisher".
O formato de distribuição do prêmio também é um diferencial, seguindo o exemplo dos eventos da União Ciclística Internacional. Os 15 primeiros homens e 10 primeiras mulheres de cada categoria profissional dividem o dinheiro. Considerando que haverá as Elites de Ciclismo de Estrada, Mountain Bike e Triathon, de ambos os sexos, serão 75 atletas premiados por etapa.
O organizador da Claro 100k, Mario Roma fala sobre as características inéditas deste evento. "Mesmo a prova sendo em estrada, conseguimos incluir atletas de todas as modalidades e níveis, de amadores aos melhores atletas nacionais, além de oferecer uma ótima premiação. A divisão do dinheiro é democrática e mais profissionais se beneficiam. Nosso intuito é valorizar o esporte e a elite do ciclismo brasileiro".
Roma ainda lembra que todos os inscritos na Claro 100k farão parte do programa TAP Bike Frendly, que dá 10% de desconto nos vôos da companhia aérea portuguesa e a bicicleta viaja sem nenhum custo adicional.
As inscrições já estão abertas pelo site oficial da Claro 100k: www.claro100k.com.
--
Informações para a Imprensa:
Luisa Tartari
Tel +55 11 3846-6030
press.rc@romacomunicacao.com.br
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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
São Luiz do Paraitinga, sobram doações e faltam voluntários
Trabalho e solidariedade ajudam a reconstruir São Luiz do Paraitinga. A rotina da pequena cidade do interior de São Paulo ainda está longe da normalidade. A cidade recebeu doações de várias partes do Brasil, e agora faltam voluntários para ajudar na distribuição de alimentos.
Aos poucos São Luiz tenta se recuperar da tragédia. A enchente que cobriu todo o centro da cidade deixou marcas no coração da cidade e dos moradores. Em cada lugar que se olha, há sempre alguém, fora e dentro dos edifícios, ocupado em retirar toda lama que ainda resta.
É trabalho contínuo, quase dá a impressão de que será impossível vencer a montanha de entulhos. O comércio não está de portas fechadas, mas também não funciona: Não se compra remédios, pães, não se faz compras, nada. O prejuizo é grande, cerca de 15 milhões de reais. Empréstimo que precisa ser pago com mais tempo, diz a prefeita.
Mas grande também é a solidariedade. Já nem sequer é possível calcular a quantidade de mantimentos enviados por empresas e desconhecidos. É tanto de comer que hoje há preocupação com o prazo de validade dos alimentos. Há necessidade de tempero, de açúcar, de pó de café, de óleo, de botijões de gás. Acessórios de limpeza também fazem falta.
São Luiz trabalha, mas precisa de voluntários para retornar ao que era antes. Aquela cidade linda, acolhedora, com a Igreja de São Luiz de Tolosa lembrando o povo para a Missa.
A anormalidade precisa perder logo o tal prazo de validade.
Quer ser voluntário?
As pessoas que quiserem se voluntariar podem entrar em contato com a prefeitura da cidade, pelo telefone (12) 3671 7000, ou com uma das responsáveis pelo recebimento e distribuição das doações, Raquel Toledo, pelo telefone (12) 9735 7476.
Segundo Raquel, a maior necessidade é a triagem de roupas, que está sendo feita na quadra poliesportiva da cidade, e a limpeza dos locais atingidos pela enchente. Neste caso, é preciso que o voluntário leve o equipamento necessário para a limpeza (botas, luvas, rodo, balde, etc) pois a cidade não tem condições de oferecer o material.
Fonte: Canção Nova/noticias
Aos poucos São Luiz tenta se recuperar da tragédia. A enchente que cobriu todo o centro da cidade deixou marcas no coração da cidade e dos moradores. Em cada lugar que se olha, há sempre alguém, fora e dentro dos edifícios, ocupado em retirar toda lama que ainda resta.
É trabalho contínuo, quase dá a impressão de que será impossível vencer a montanha de entulhos. O comércio não está de portas fechadas, mas também não funciona: Não se compra remédios, pães, não se faz compras, nada. O prejuizo é grande, cerca de 15 milhões de reais. Empréstimo que precisa ser pago com mais tempo, diz a prefeita.
Mas grande também é a solidariedade. Já nem sequer é possível calcular a quantidade de mantimentos enviados por empresas e desconhecidos. É tanto de comer que hoje há preocupação com o prazo de validade dos alimentos. Há necessidade de tempero, de açúcar, de pó de café, de óleo, de botijões de gás. Acessórios de limpeza também fazem falta.
São Luiz trabalha, mas precisa de voluntários para retornar ao que era antes. Aquela cidade linda, acolhedora, com a Igreja de São Luiz de Tolosa lembrando o povo para a Missa.
A anormalidade precisa perder logo o tal prazo de validade.
Quer ser voluntário?
As pessoas que quiserem se voluntariar podem entrar em contato com a prefeitura da cidade, pelo telefone (12) 3671 7000, ou com uma das responsáveis pelo recebimento e distribuição das doações, Raquel Toledo, pelo telefone (12) 9735 7476.
Segundo Raquel, a maior necessidade é a triagem de roupas, que está sendo feita na quadra poliesportiva da cidade, e a limpeza dos locais atingidos pela enchente. Neste caso, é preciso que o voluntário leve o equipamento necessário para a limpeza (botas, luvas, rodo, balde, etc) pois a cidade não tem condições de oferecer o material.
Fonte: Canção Nova/noticias
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sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Passos para ser voluntário em São Luiz do Paraitinga
Fui ontem, 14/01 a cidade e eles realmente estão precisando de voluntários. A ajuda atual será em coisas materiais porem poderemos conversar e com nossa empatia e simpatia lembrarmos que todos somos pessoas e que juntos reconstruiremos o que quisermos!
Ao chegar, se já estiver com o crachá passe no coreto para avisar a prefeitura o posto que você esta indo, caso esteja sem o crachá, passe na coreto e faça seu cadastro.
Obs: Tenho 101 crachás para vocês chegarem a cidade já identificados, caso queiram me liguem: (11) 8134-1821.
Com o crachá preencha: “NOME” - Voluntário - Limpeza
Postos de distribuição que precisam de mais ajuda (caso tenham disponibilidade por dias de semana, aproveitem essas horas, a cidade fica vazia e o trabalho pesado para poucos, se podem de final de semana, não tem problema! Ajuda é sempre bem vinda):
1º - Ginásio – Galpão em frente a rodoviária (separação de roupas) – 50 a 100 pessoas - Procurar por Renata
2º - São Caetano – entrada de Lagoinha – (organização do material recebido) – 20 pessoas – Procurar por Eduardo ou Nelson
3º - Igreja São Benedito - (organização do material recebido) – 10 pessoas – Procurar por Eduardo ou Nelson
4º - Igreja Rosário - (separação de roupas) – 5 pessoas – Procurar por Ricardo ou Bartira
(por ultimo e não menos importante) Sempre– Limpeza!! Passem no coreto peguem os materiais necessários e peçam indicações das casas.
Todos irem com bota e luva, eles estão com falta!!
Outras atividades:
Montar brincadeiras para as crianças (Espaços: Praça do coreto e frente da igreja do Rosário) – para chamá-los – radio local ou microfone na igreja.
Conversa e musica com idosos – os do asilo estão em Taubaté se puderem visitá-los pois não está sendo divulgada esta mudança (tenho os contatos da responsável). Espaços: Praça do coreto, em frente a igreja do Rosário – para chamá-los – radio local ou microfone na igreja.
Dica - eles respiram musica!!
Outras necessidades:
Lâmpada, Pilhas, Pregador de roupa, desentupidor, mistura para a comida (legumes pode ser uma alternativa), garrafa térmica, garfos e colheres plásticas, pó de café.
Lembrem-se: Se cada um fizer sua parte, levar 1 saco de café (exemplo) e/ou ir 1 dia a cidade esta ajuda é incrível! Pois a união de todos é que esta fazendo a cidade se sentir viva novamente.
Importante: Sintam o limite dos moradores, estamos entrando em sua cidade / sua casa. Peçamos licença e vamos ouvir seus corações, o que eles estão precisando alem da ajuda material? Nossa palavra ou nosso silencio carinhoso de respeito?
Beijosssss
Cristiane C. Pires
C: 8134-1821
Nextel: 7832-1043
ID: 55*84*5538
Email: cricp@terra.com.br
Ao chegar, se já estiver com o crachá passe no coreto para avisar a prefeitura o posto que você esta indo, caso esteja sem o crachá, passe na coreto e faça seu cadastro.
Obs: Tenho 101 crachás para vocês chegarem a cidade já identificados, caso queiram me liguem: (11) 8134-1821.
Com o crachá preencha: “NOME” - Voluntário - Limpeza
Postos de distribuição que precisam de mais ajuda (caso tenham disponibilidade por dias de semana, aproveitem essas horas, a cidade fica vazia e o trabalho pesado para poucos, se podem de final de semana, não tem problema! Ajuda é sempre bem vinda):
1º - Ginásio – Galpão em frente a rodoviária (separação de roupas) – 50 a 100 pessoas - Procurar por Renata
2º - São Caetano – entrada de Lagoinha – (organização do material recebido) – 20 pessoas – Procurar por Eduardo ou Nelson
3º - Igreja São Benedito - (organização do material recebido) – 10 pessoas – Procurar por Eduardo ou Nelson
4º - Igreja Rosário - (separação de roupas) – 5 pessoas – Procurar por Ricardo ou Bartira
(por ultimo e não menos importante) Sempre– Limpeza!! Passem no coreto peguem os materiais necessários e peçam indicações das casas.
Todos irem com bota e luva, eles estão com falta!!
Outras atividades:
Montar brincadeiras para as crianças (Espaços: Praça do coreto e frente da igreja do Rosário) – para chamá-los – radio local ou microfone na igreja.
Conversa e musica com idosos – os do asilo estão em Taubaté se puderem visitá-los pois não está sendo divulgada esta mudança (tenho os contatos da responsável). Espaços: Praça do coreto, em frente a igreja do Rosário – para chamá-los – radio local ou microfone na igreja.
Dica - eles respiram musica!!
Outras necessidades:
Lâmpada, Pilhas, Pregador de roupa, desentupidor, mistura para a comida (legumes pode ser uma alternativa), garrafa térmica, garfos e colheres plásticas, pó de café.
Lembrem-se: Se cada um fizer sua parte, levar 1 saco de café (exemplo) e/ou ir 1 dia a cidade esta ajuda é incrível! Pois a união de todos é que esta fazendo a cidade se sentir viva novamente.
Importante: Sintam o limite dos moradores, estamos entrando em sua cidade / sua casa. Peçamos licença e vamos ouvir seus corações, o que eles estão precisando alem da ajuda material? Nossa palavra ou nosso silencio carinhoso de respeito?
Beijosssss
Cristiane C. Pires
C: 8134-1821
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São Luiz do Paraitinga
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Tem alguma coisa melhor do que descer uma CACHOEIRA de bote? Rio Jaguari em Extrema, queda com 10 metros!
As duas descidas foram em 2007! Boniitooo!
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Agências de turismo e PM organizam SOS Angra e S. Luiz do Paraitinga
Agências de turismo ecológico e a Polícia Militar das regiões de Campinas e Piracicaba estão arrecadando doações para os moradores atingidos pelas enchentes em São Luiz Paraitinga, no Vale do Paraíba, e Ilha Grande, em Angra dos Reis, no litoral fluminense. As duas cidades são pontos turísticos muito procurados por moradores da região.
Segundo a Polícia Militar, colchões, alimentos não perecíveis e roupas estão entre as prioridades.
Para saber onde está uma unidade da PM mais próxima é só acessar o site www.ssp.gov.br.
Link da reportagem: http://eptv.globo.com/noticias/noticias_interna.aspx?283991
Segundo a Polícia Militar, colchões, alimentos não perecíveis e roupas estão entre as prioridades.
Para saber onde está uma unidade da PM mais próxima é só acessar o site www.ssp.gov.br.
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Serra promete condecoração para as equipes de rafting que atuaram no caos em Paraitinga
http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2010/01/06/ult5772u6912.jhtm
Daniela Paixão 06/01/2010 - 14h03
Enviada especial do UOL Notícias
Em São Luiz do Paraitinga (SP)
O governador José Serra (PSDB) visitou o que restou de São Luiz do Paraitinga, interior de São Paulo, nesta quarta-feira (6) e anunciou um pacote de medidas para tentar reconstruir a cidade, devastada pelas chuvas no primeiro dia do ano no Vale do Paraíba.
Entre as medidas estão linhas de crédito para pequenas e médias empresas com juros "baixíssimos", segundo Serra, a reconstrução e reaparelhamento dos dois postos de saúde da cidade e a doação de meia tonelada de medicamentos do Dose Certa, com 60 variedades.
Os moradores também terão isenção da conta de água por alguns meses. Serra não precisou por quanto tempo. Uma verba de R$ 10 milhões será destinada às estradas rurais e mais R$ 2 milhões para pavimentação. As máquinas que vão trabalhar nelas já estão na entrada da cidade. Também haverá a instalação de um gerador na região do centro histórico e o CDHU vai construir 100 moradias de emergência.
Linhas de financiamento serão liberadas para a construção e reforma às famílias que receberem até 10 salários mínimos, disse o governador. A Secretaria de Educação vai providenciar a reconstrução das três escolas existentes, duas delas totalmente destruídas.
Serra também afirmou que vai pedir à Caixa Econômica Federal a liberação do Fundo de Garantia às famílias atingidas, a exemplo do que ocorreu na tragédia que vitimou mais de 50 pessoas em Angra dos Reis (RJ).
O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), percorreu as ruas da cidade nesta quarta-feira (6)
O governador, que se reuniu com o Condephaat (órgão estadual do patrimônio), disse também que vai pedir que a avaliação dos estragos seja feito de maneira rápida.
"Vamos ter que fazer um debate rápido sobre o que fazer. Se for ficar debatendo academicamente, vai passar alguns anos e não vai ser feito nada."
Na opinião de Serra, o ponto de partida para o recomeço é a reconstrução da igreja da praça Oswaldo Cruz, a principal da cidade, da qual restou apenas o contorno no chão.
"A prioridade é reerguer a igreja, construir do jeito que ela era, com materiais mais modernos, até porque, não ficou nada." "Desde que se respeite a arquitetura histórica", ressalvou.
Casas viram escombros na cidade
A avaliação inicial do prejuízo por autoridades municipais é de R$ 100 milhões. Questionado se o governo providenciará essa cifra, Serra afirmou: "Não é um cheque que você dá e acaba com o problema, está resolvido, vira as costas e vai embora. É muito mais complicado. Se fosse só isso, faríamos um esforço, estaria tudo resolvido. Mas é muito mais delicado".
O governador também negou que a Defesa Civil não tenha dado alerta sobre as chuvas previstas para os primeiros dias do ano. "A Defesa Civil começou a dar o alerta dia 29. Dia 31, eles emitiram cinco alertas. Tanto tudo foi feito corretamente que não morreu ninguém."
Serra também prometeu uma condecoração para as equipes de rafting que foram consideradas as que mais atuaram de maneira rápida para ajudar durante o caos.
Daniela Paixão 06/01/2010 - 14h03
Enviada especial do UOL Notícias
Em São Luiz do Paraitinga (SP)
O governador José Serra (PSDB) visitou o que restou de São Luiz do Paraitinga, interior de São Paulo, nesta quarta-feira (6) e anunciou um pacote de medidas para tentar reconstruir a cidade, devastada pelas chuvas no primeiro dia do ano no Vale do Paraíba.
Entre as medidas estão linhas de crédito para pequenas e médias empresas com juros "baixíssimos", segundo Serra, a reconstrução e reaparelhamento dos dois postos de saúde da cidade e a doação de meia tonelada de medicamentos do Dose Certa, com 60 variedades.
Os moradores também terão isenção da conta de água por alguns meses. Serra não precisou por quanto tempo. Uma verba de R$ 10 milhões será destinada às estradas rurais e mais R$ 2 milhões para pavimentação. As máquinas que vão trabalhar nelas já estão na entrada da cidade. Também haverá a instalação de um gerador na região do centro histórico e o CDHU vai construir 100 moradias de emergência.
Linhas de financiamento serão liberadas para a construção e reforma às famílias que receberem até 10 salários mínimos, disse o governador. A Secretaria de Educação vai providenciar a reconstrução das três escolas existentes, duas delas totalmente destruídas.
Serra também afirmou que vai pedir à Caixa Econômica Federal a liberação do Fundo de Garantia às famílias atingidas, a exemplo do que ocorreu na tragédia que vitimou mais de 50 pessoas em Angra dos Reis (RJ).
O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), percorreu as ruas da cidade nesta quarta-feira (6)
O governador, que se reuniu com o Condephaat (órgão estadual do patrimônio), disse também que vai pedir que a avaliação dos estragos seja feito de maneira rápida.
"Vamos ter que fazer um debate rápido sobre o que fazer. Se for ficar debatendo academicamente, vai passar alguns anos e não vai ser feito nada."
Na opinião de Serra, o ponto de partida para o recomeço é a reconstrução da igreja da praça Oswaldo Cruz, a principal da cidade, da qual restou apenas o contorno no chão.
"A prioridade é reerguer a igreja, construir do jeito que ela era, com materiais mais modernos, até porque, não ficou nada." "Desde que se respeite a arquitetura histórica", ressalvou.
Casas viram escombros na cidade
A avaliação inicial do prejuízo por autoridades municipais é de R$ 100 milhões. Questionado se o governo providenciará essa cifra, Serra afirmou: "Não é um cheque que você dá e acaba com o problema, está resolvido, vira as costas e vai embora. É muito mais complicado. Se fosse só isso, faríamos um esforço, estaria tudo resolvido. Mas é muito mais delicado".
O governador também negou que a Defesa Civil não tenha dado alerta sobre as chuvas previstas para os primeiros dias do ano. "A Defesa Civil começou a dar o alerta dia 29. Dia 31, eles emitiram cinco alertas. Tanto tudo foi feito corretamente que não morreu ninguém."
Serra também prometeu uma condecoração para as equipes de rafting que foram consideradas as que mais atuaram de maneira rápida para ajudar durante o caos.
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Pedal Social em apoio a São Luís do Paraitinga acontece em Taubaté no próximo domingo
Pedal Social em apoio a São Luís do Paraitinga acontece em Taubaté no próximo domingo
Acompanhamos tristemente as notícias dos últimos dias sobre nossa querida São Luís do Paraitinga, palco de provas do MTB, corridas de aventura, carnaval de rua etc. Cidade acolhedora que sempre cuidou bem do seu meio ambiente para nos receber em suas estradas, trilhas, montanhas e paisagens fantásticas.
Nada mais justo, nesse momento, do que unir nossas forcas para ajudarmos. Unindo a bike e toda a galera, estamos organizando um Pedal Social neste domingo, 10/01/10 às 08 horas, saindo da APAE de Taubaté (trajeto do big biker Sport) onde pedimos que cada participante leve uma doação para as vítimas de São Luiz do Paraitinga, podem ser alimentos, água potável, roupas, itens de higiene pessoal etc, pois muitas pessoas perderam realmente tudo o que tinham e toda ajuda será muito bem vinda.
Sabemos que só alimentos e roupas não são suficientes para devolver todo conforto da população, mas de coração, quanto maior o número de ciclistas amigos comparecerem no pedal com uma simples doação, será sem dúvida um gesto de ajuda e boa ação que realizamos.
A equipe Ogro Zumbi, juntamente com Bike Joe, CicleCenter, Pedalac, Pedal Urbano (SP), Proshock, BikeBlogSJC, BigBiker, Capim com Poeira, blogs, lojas, empresas de outras cidades, todos serão bem vindos.
Vamos unir nossas forcas em busca de realizarmos esse evento com a certeza de que essa simples ação traga um bem maior a essa população de São Luís que sempre nos receberá de braços abertos em corridas, carnavais e demais eventos esportivos e culturais.
Vamos colocar nosso espírito solidário em prática, contamos com vocês.
Local: Apae Taubaté
Data: 10/01/2010
Horário: 8h
Inscrição: 2 litros de água potável
Forte Abraco
Postado por MTB OGRO ZUMBI
http://mtbogrozumbi.blogspot.com/
Acompanhamos tristemente as notícias dos últimos dias sobre nossa querida São Luís do Paraitinga, palco de provas do MTB, corridas de aventura, carnaval de rua etc. Cidade acolhedora que sempre cuidou bem do seu meio ambiente para nos receber em suas estradas, trilhas, montanhas e paisagens fantásticas.
Nada mais justo, nesse momento, do que unir nossas forcas para ajudarmos. Unindo a bike e toda a galera, estamos organizando um Pedal Social neste domingo, 10/01/10 às 08 horas, saindo da APAE de Taubaté (trajeto do big biker Sport) onde pedimos que cada participante leve uma doação para as vítimas de São Luiz do Paraitinga, podem ser alimentos, água potável, roupas, itens de higiene pessoal etc, pois muitas pessoas perderam realmente tudo o que tinham e toda ajuda será muito bem vinda.
Sabemos que só alimentos e roupas não são suficientes para devolver todo conforto da população, mas de coração, quanto maior o número de ciclistas amigos comparecerem no pedal com uma simples doação, será sem dúvida um gesto de ajuda e boa ação que realizamos.
A equipe Ogro Zumbi, juntamente com Bike Joe, CicleCenter, Pedalac, Pedal Urbano (SP), Proshock, BikeBlogSJC, BigBiker, Capim com Poeira, blogs, lojas, empresas de outras cidades, todos serão bem vindos.
Vamos unir nossas forcas em busca de realizarmos esse evento com a certeza de que essa simples ação traga um bem maior a essa população de São Luís que sempre nos receberá de braços abertos em corridas, carnavais e demais eventos esportivos e culturais.
Vamos colocar nosso espírito solidário em prática, contamos com vocês.
Local: Apae Taubaté
Data: 10/01/2010
Horário: 8h
Inscrição: 2 litros de água potável
Forte Abraco
Postado por MTB OGRO ZUMBI
http://mtbogrozumbi.blogspot.com/
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Taubaté
Instrutor de rafting diz que resgatou bombeiros em Paraitinga
Fonte: Vagner Magalhães - São Luiz do Paraitinga
Rodolfo de Paula Leite, 25 anos, é instrutor de rafting em São Luiz do Paraitinga. Depois de celebrar a virada do ano, pensou que teria um início de ano tranquilo. Apesar da chuva forte, não imaginou que ao lado de seus colegas de profissão seria essencial para os primeiros salvamentos de moradores que estavam ilhados. Trabalhou até no resgate de bombeiros que passaram dificuldades após virarem os botes onde estavam. Passado o momento mais crítico, continua trabalhando como voluntário, ajudando as equipes de apoio à população.
Nos últimos dias, Leite tem ajudado a recolher botijões de gás levados pela enchente, para serem trocados por outros, cheios. Durante essa atividade, acabou encontrando a imagem de uma santa, de uma das igrejas que acabaram ruindo.
"Era uma santa grande. Encontrei o corpo, já que as mãos e os pés estavam quebrados", disse. Nos próximos dias pretende continuar o trabalho, até que a situação esteja minimamente normalizada. "Enquanto tudo não estiver bem, os turistas não virão à cidade. Só com tudo normalizado é que voltaremos à rotina, bem mais divertida", disse.
"Na cidade há três empresas de rafting e assim que a água começou a subir, colocamos os barcos à disposição. Resgatamos pessoas, animais", disse. "Era muita gente precisando de ajuda. Ninguém imaginou que a água ia subir tanto."
Segundo ele, alguns moradores só aceitaram ajuda depois de uma terceira tentativa. Leite afirmou que muitos que estavam com a água pela metade da casa não acreditaram que ela pudesse subir mais. "Só quando a situação ficou insustentável é que essas pessoas aceitaram ajuda", disse.
Ele disse que o momento mais crítico foi o resgate de um idoso de 96 anos, que precisou ser retirado imobilizado em uma maca, já que o seu estado era de extrema fragilidade.
"Certamente, se eu tiver de guardar uma imagem desse dia, será o resgate desse idoso. Era uma operação que não poderia dar nada errado e assim foi", disse ele.
Serviço
O que doar:
materiais de limpeza, como detergente, água sanitária, e vassoura; higiene pessoal como sabonetes, fraldas geriátricas e infantis, e absorventes.
Projeto Enchentes:
Blog com mapa que mostra as áreas inundadas, rotas alternativas e locais para doações em todo o Brasil: http://projetoenchentes.radioramabrasil.com
Endereços para entrega de doações em São Paulo:
- Rua Bernardino de Campos, 1624 – Campo Belo.
(11) 4115-0361 / (11) 9593-4205 / (11) 8398-2431
- ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing)
R. Dr. Álvaro Alvim, 123.
Dias 5 e 6 receberá as doações no período das 10h às 21h.
- PISA Trekking
Al. dos Tupiniquins, 202 – Moema.
(11) 5052-4085
Rodolfo de Paula Leite, 25 anos, é instrutor de rafting em São Luiz do Paraitinga. Depois de celebrar a virada do ano, pensou que teria um início de ano tranquilo. Apesar da chuva forte, não imaginou que ao lado de seus colegas de profissão seria essencial para os primeiros salvamentos de moradores que estavam ilhados. Trabalhou até no resgate de bombeiros que passaram dificuldades após virarem os botes onde estavam. Passado o momento mais crítico, continua trabalhando como voluntário, ajudando as equipes de apoio à população.
Nos últimos dias, Leite tem ajudado a recolher botijões de gás levados pela enchente, para serem trocados por outros, cheios. Durante essa atividade, acabou encontrando a imagem de uma santa, de uma das igrejas que acabaram ruindo.
"Era uma santa grande. Encontrei o corpo, já que as mãos e os pés estavam quebrados", disse. Nos próximos dias pretende continuar o trabalho, até que a situação esteja minimamente normalizada. "Enquanto tudo não estiver bem, os turistas não virão à cidade. Só com tudo normalizado é que voltaremos à rotina, bem mais divertida", disse.
"Na cidade há três empresas de rafting e assim que a água começou a subir, colocamos os barcos à disposição. Resgatamos pessoas, animais", disse. "Era muita gente precisando de ajuda. Ninguém imaginou que a água ia subir tanto."
Segundo ele, alguns moradores só aceitaram ajuda depois de uma terceira tentativa. Leite afirmou que muitos que estavam com a água pela metade da casa não acreditaram que ela pudesse subir mais. "Só quando a situação ficou insustentável é que essas pessoas aceitaram ajuda", disse.
Ele disse que o momento mais crítico foi o resgate de um idoso de 96 anos, que precisou ser retirado imobilizado em uma maca, já que o seu estado era de extrema fragilidade.
"Certamente, se eu tiver de guardar uma imagem desse dia, será o resgate desse idoso. Era uma operação que não poderia dar nada errado e assim foi", disse ele.
Serviço
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Moradores da Enseada do Bananal contam situação atual da Ilha Grande
Moradores da Enseada do Bananal contam situação atual da Ilha Grande
Por Daniela Nanni – AventuraPress – 05/01/2010 14h45
daniela@aventurapress.com.br
www.twitter.com/daninanni
O deslizamento de terra ocorrido na Enseada do Bananal, na Ilha Grande, aconteceu por volta das duas horas da manhã no primeiro dia do ano deixando até o momento, 29 mortos. Segundo informações de moradores da enseada, as outras pousadas só ficaram sabendo do ocorrido às 4h30.
“Nossa pousada, que fica em Jaconema, não foi afetada estruturalmente pelo deslizamento. Ficamos sem energia elétrica (Angra dos Reis e Ilha Grande toda ficaram) e tivemos problemas com água durante esse dia. Porém devido à proximidade que temos com a maioria das pessoas envolvidas ficamos muito abalados emocionalmente”, informou Paulo Minhoca, da Pousada Nautilus, que está transtornado com o ocorrido na Pousada Sankay, atingida diretamente pelo deslizamento de toneladas de terra.
“Nós estávamos com 55 pessoas na pousada no dia primeiro de janeiro e conseguimos manter praticamente todos os serviços funcionando (exceto luz e água que estávamos racionando). Realizamos um passeio na parte da tarde e demos a opção para quem quisesse ir embora no final da tarde, porém a maioria preferiu passar a noite na pousada do que enfrentar as possíveis dificuldades das estradas. No dia seguinte tínhamos ainda cerca de 25 pessoas, incluindo crianças, que ficaram na pousada normalmente durante todo o final de semana, realizando passeios e uma saída de mergulho”, afirmou Paulo que vai manter a pousada funcionando durante o mês de janeiro.
Abalados emocionalmente, Paulo e seus funcionários farão um recesso de 4 a 7 de janeiro. No entanto, Paulo registra sua indignação com os meios de comunicação que tem feito a cobertura do acidente: “A informação que a Ilha Grande está fechada para turismo é mentira! A praia do Bananal é a única que está fechada e por tempo indeterminado. Nossa atual situação é que estamos com a estrutura da pousada (quartos, restaurante, recepção, área de lazer) totalmente normalizada, água normalizada, funcionários trabalhando, barcos em funcionamento e energia elétrica através do nosso gerador”.
O ocorrido também abalou uma comunidade de mergulhadores de Campinas, a Captain Dive, que tem Ilha Grande como referencial para a prática esportiva. “Sofremos todos com as perdas de amigos e conhecidos e o primeiro sentimento é se solidarizar com as vítimas e prestar ajuda de alguma forma. Estamos em contato com a pousada Gipóia e Nautilus (ambas estão bem), que estão muito próximas ao acidente e participando diretamente no auxílio às vítimas. Parece que as doações de alimentos, roupas e outros produtos estão chegando em quantidade ideal aos necessitados. A orientação é aguardar mais informações para poder colaborar de forma mais eficiente. Por enquanto ajudamos também com nossas orações”, explicou Rafael Esteves, instrutor de mergulho e proprietário da Captain Dive.
Por Daniela Nanni – AventuraPress – 05/01/2010 14h45
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O deslizamento de terra ocorrido na Enseada do Bananal, na Ilha Grande, aconteceu por volta das duas horas da manhã no primeiro dia do ano deixando até o momento, 29 mortos. Segundo informações de moradores da enseada, as outras pousadas só ficaram sabendo do ocorrido às 4h30.
“Nossa pousada, que fica em Jaconema, não foi afetada estruturalmente pelo deslizamento. Ficamos sem energia elétrica (Angra dos Reis e Ilha Grande toda ficaram) e tivemos problemas com água durante esse dia. Porém devido à proximidade que temos com a maioria das pessoas envolvidas ficamos muito abalados emocionalmente”, informou Paulo Minhoca, da Pousada Nautilus, que está transtornado com o ocorrido na Pousada Sankay, atingida diretamente pelo deslizamento de toneladas de terra.
“Nós estávamos com 55 pessoas na pousada no dia primeiro de janeiro e conseguimos manter praticamente todos os serviços funcionando (exceto luz e água que estávamos racionando). Realizamos um passeio na parte da tarde e demos a opção para quem quisesse ir embora no final da tarde, porém a maioria preferiu passar a noite na pousada do que enfrentar as possíveis dificuldades das estradas. No dia seguinte tínhamos ainda cerca de 25 pessoas, incluindo crianças, que ficaram na pousada normalmente durante todo o final de semana, realizando passeios e uma saída de mergulho”, afirmou Paulo que vai manter a pousada funcionando durante o mês de janeiro.
Abalados emocionalmente, Paulo e seus funcionários farão um recesso de 4 a 7 de janeiro. No entanto, Paulo registra sua indignação com os meios de comunicação que tem feito a cobertura do acidente: “A informação que a Ilha Grande está fechada para turismo é mentira! A praia do Bananal é a única que está fechada e por tempo indeterminado. Nossa atual situação é que estamos com a estrutura da pousada (quartos, restaurante, recepção, área de lazer) totalmente normalizada, água normalizada, funcionários trabalhando, barcos em funcionamento e energia elétrica através do nosso gerador”.
O ocorrido também abalou uma comunidade de mergulhadores de Campinas, a Captain Dive, que tem Ilha Grande como referencial para a prática esportiva. “Sofremos todos com as perdas de amigos e conhecidos e o primeiro sentimento é se solidarizar com as vítimas e prestar ajuda de alguma forma. Estamos em contato com a pousada Gipóia e Nautilus (ambas estão bem), que estão muito próximas ao acidente e participando diretamente no auxílio às vítimas. Parece que as doações de alimentos, roupas e outros produtos estão chegando em quantidade ideal aos necessitados. A orientação é aguardar mais informações para poder colaborar de forma mais eficiente. Por enquanto ajudamos também com nossas orações”, explicou Rafael Esteves, instrutor de mergulho e proprietário da Captain Dive.
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terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Instrutores de rafting continuam empenhados em ajudar moradores de São Luiz do Paraitinga
Por Daniela Nanni – 05/01/2010 20h45
daniela@aventurapress.com.br
www.twitter.com/daninanni
As três operadoras de rafting - atividade esportiva praticada com botes infláveis para a descida das corredeiras de um rio - que atuam em São Luiz do Paraitinga continuam empenhadas em ajudar os moradores da cidade. Durante todo o ano recebem turistas das mais variadas origens para usufruir da adrenalina proporcionada pelo esporte, mas em poucas horas de forte chuva do dia 1º, 80% dos seus prédios históricos, localizados no Vale do Paraíba, a 182 km de São Paulo, ficaram em ruínas.
O centro da cidade fundada em 1792, principal destino turístico e fonte de renda local, com seu artesanato, atividades ecoturísticas e esportivas, carnaval e festival de marchinhas, levará anos para ser restaurado. O nível do Rio Paraibuna já diminuiu, mas sobraram os escombros de centenas de anos.
Desde as primeiras horas de inundação, os instrutores de rafting não mediram esforços para ajudar os moradores que ficaram ilhados nos telhados de suas casas. Os botes infláveis, que suportam até 6 rafteiros, carregaram muito mais do que desabrigados e seus pertences. Carregaram a esperança de dias melhores e estão sendo considerados os anjos de São Luiz do Paraitinga.
Já são 5 dias de trabalhos voluntários e a vontade de ajudar não diminui. “Todos estão profundamente empenhados no salvamento e em ajudar na distribuição dos alimentos. São 3 operadoras ajudando no resgate e ajudaremos também na reconstrução do nosso patrimônio”, disse Roberto de Campos, instrutor de rafting há 17 anos na cidade e que está arrecadando doações na cidade de São Paulo.
Roberto e seu irmão Dimas de Campos são instrutores de rafting e nascidos em São Luiz do Paraitinga. “É praticamente nossa própria história de vida que se abala. Tenho 28 anos e nunca vi uma destruição como essa”. Mais de 70 das 90 casas e casarões feitos de taipa de pilão, incluindo a Igreja Nossa Senhora das Mercês, do século XVIII, foram levados pela força do Rio Paraibuna. O prejuízo é inestimável. “Mesmo os instrutores que perderam tudo, continuam ajudando no trabalho de resgate e acredito que todos reconheçam que se não fosse o trabalho voluntário desses rapazes muita gente poderia ter morrido”, comentou Roberto que pede auxílio de doações para os desabrigados.
Roberto fez uma mobilização em São Paulo, pois até ontem (4) não havia ainda nenhum posto de coleta na cidade para os desabrigados de São Luiz do Paraitinga. “Comecei a arrecadar doações na minha própria casa. Hoje os batalhões da PM já estão recebendo as doações também. Juntamos algumas empresas e universidades que estão nos apoiando agora, cedendo seus espaços para receber essa importante contribuição”, finalizou o instrutor de rafting.
Serviço
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As três operadoras de rafting - atividade esportiva praticada com botes infláveis para a descida das corredeiras de um rio - que atuam em São Luiz do Paraitinga continuam empenhadas em ajudar os moradores da cidade. Durante todo o ano recebem turistas das mais variadas origens para usufruir da adrenalina proporcionada pelo esporte, mas em poucas horas de forte chuva do dia 1º, 80% dos seus prédios históricos, localizados no Vale do Paraíba, a 182 km de São Paulo, ficaram em ruínas.
O centro da cidade fundada em 1792, principal destino turístico e fonte de renda local, com seu artesanato, atividades ecoturísticas e esportivas, carnaval e festival de marchinhas, levará anos para ser restaurado. O nível do Rio Paraibuna já diminuiu, mas sobraram os escombros de centenas de anos.
Desde as primeiras horas de inundação, os instrutores de rafting não mediram esforços para ajudar os moradores que ficaram ilhados nos telhados de suas casas. Os botes infláveis, que suportam até 6 rafteiros, carregaram muito mais do que desabrigados e seus pertences. Carregaram a esperança de dias melhores e estão sendo considerados os anjos de São Luiz do Paraitinga.
Já são 5 dias de trabalhos voluntários e a vontade de ajudar não diminui. “Todos estão profundamente empenhados no salvamento e em ajudar na distribuição dos alimentos. São 3 operadoras ajudando no resgate e ajudaremos também na reconstrução do nosso patrimônio”, disse Roberto de Campos, instrutor de rafting há 17 anos na cidade e que está arrecadando doações na cidade de São Paulo.
Roberto e seu irmão Dimas de Campos são instrutores de rafting e nascidos em São Luiz do Paraitinga. “É praticamente nossa própria história de vida que se abala. Tenho 28 anos e nunca vi uma destruição como essa”. Mais de 70 das 90 casas e casarões feitos de taipa de pilão, incluindo a Igreja Nossa Senhora das Mercês, do século XVIII, foram levados pela força do Rio Paraibuna. O prejuízo é inestimável. “Mesmo os instrutores que perderam tudo, continuam ajudando no trabalho de resgate e acredito que todos reconheçam que se não fosse o trabalho voluntário desses rapazes muita gente poderia ter morrido”, comentou Roberto que pede auxílio de doações para os desabrigados.
Roberto fez uma mobilização em São Paulo, pois até ontem (4) não havia ainda nenhum posto de coleta na cidade para os desabrigados de São Luiz do Paraitinga. “Comecei a arrecadar doações na minha própria casa. Hoje os batalhões da PM já estão recebendo as doações também. Juntamos algumas empresas e universidades que estão nos apoiando agora, cedendo seus espaços para receber essa importante contribuição”, finalizou o instrutor de rafting.
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O que doar:
materiais de limpeza, como detergente, água sanitária, e vassoura; higiene pessoal como sabonetes, fraldas geriátricas e infantis, e absorventes.
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quarta-feira, 4 de novembro de 2009
sábado, 24 de outubro de 2009
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
Meu Gurú!
`O tempo e o espaço são modos pelos quais pensamos e não condições nas quais vivemos´.
Albert Einstein
Albert Einstein
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
Desafios
"Não podemos pensar que as coisas sempre vão ser como gostaríamos que fossem. Que o comportamento dos outros irá combinar com os nossos sentimentos, atitudes e valores; que eles serão sempre suaves conosco. É dito que tanto a chuva como o sol são necessários para formar um arco-íris. São os desafios que criam os campeões."
BK Suredran, Self-esteem and human relationships, World Renew, December, 2003
quarta-feira, 27 de agosto de 2008
Visita ao Templo Zen Budista
Pacaembu - São Paulo/SP - Um convite irrecusável do Beto, nos levou ao Templo Zen Budista de São Paulo, para uma palestra da Monja Cohen. As palestras acontecem todas as terças-feiras em uma casa muito agradável, bem ao lado do estádio do Pacaembu.
Após o Zazen, meia hora de meditação, começou a palestra. A Monja e seu inseparável cão! Muito simpática, conhecida na mídia, a monja de 60 anos (aparenta 40), nos envolveu com sua fala doce e precisa.
Falou-se sobre o Dharma e sobre o que é sermos Budas. Não adianta falar, tem que fazer, tem que agir como Buda. Foram quase 1h30 de ensinamentos para toda a vida.
Pretendo voltar mais vezes! Se eu conseguir abosrver pelo menos 20% do que ela prega, estou feliz.
Após o Zazen, meia hora de meditação, começou a palestra. A Monja e seu inseparável cão! Muito simpática, conhecida na mídia, a monja de 60 anos (aparenta 40), nos envolveu com sua fala doce e precisa.
Falou-se sobre o Dharma e sobre o que é sermos Budas. Não adianta falar, tem que fazer, tem que agir como Buda. Foram quase 1h30 de ensinamentos para toda a vida.
Pretendo voltar mais vezes! Se eu conseguir abosrver pelo menos 20% do que ela prega, estou feliz.
MAM: A privada de Marcel Duchamp
MAM - Ibirapuera - Sao Paulo/SP - No último sábado, dia 23 de agosto, não resisti ao passar em frente do MAM no Ibirapuera e me perguntei, porque não? Por apenas R$ 5,50 conheci a obra de Marcel Duchamp, o artista mais influente dos séculos XX e XXI e é a primeira exposição realizada na América Latina.
Ao sair da Running Show, a feira de expositores sobre corrida de rua, caí no MAM em uma exposição guiada. Guiada mais ou menos, pois eu ía e vinha a todo o momento pelo museu e corria na frente do guia para poder antever sobre o que ele falaria. Quando ele começava a falar eu já sabia sobre o assunto, mas era enriquecida pelos seus comentários.
"Marcel Duchamp: Uma obra que não é uma obra de arte", é o título da mostra. Irrevente, Duchamp confrontou-se com os estilos de sua época e declarou a arte como um experimento. Uma privada é o carro chefe da mostra e Duchamp compara a peça com a projeção de Buda. Olhando bem de perto, parece mesmo com a imagem dele. Além disso, Duchamp criou ready-made, a arte de recriar em cima de obras já existentes. E porque isso não seria arte também?
Não tem como não dar altas risadas em sua mostra. Uma imagem do quadro da Monalisa com barba e bigode, assim como suas próprias fotografias vestido de mulher, aventais fálicos, entre outras obras, tornam a visita bem agradável e leve.
É muito interessante ir em exposição sozinha. Você presta mais atenção aos detalhes e submerge naquela realidade, como em uma viagem ao passado. Interessantíssimo!
Vale a pena conferir a obra desse artista!
Ao sair da Running Show, a feira de expositores sobre corrida de rua, caí no MAM em uma exposição guiada. Guiada mais ou menos, pois eu ía e vinha a todo o momento pelo museu e corria na frente do guia para poder antever sobre o que ele falaria. Quando ele começava a falar eu já sabia sobre o assunto, mas era enriquecida pelos seus comentários.
"Marcel Duchamp: Uma obra que não é uma obra de arte", é o título da mostra. Irrevente, Duchamp confrontou-se com os estilos de sua época e declarou a arte como um experimento. Uma privada é o carro chefe da mostra e Duchamp compara a peça com a projeção de Buda. Olhando bem de perto, parece mesmo com a imagem dele. Além disso, Duchamp criou ready-made, a arte de recriar em cima de obras já existentes. E porque isso não seria arte também?
Não tem como não dar altas risadas em sua mostra. Uma imagem do quadro da Monalisa com barba e bigode, assim como suas próprias fotografias vestido de mulher, aventais fálicos, entre outras obras, tornam a visita bem agradável e leve.
É muito interessante ir em exposição sozinha. Você presta mais atenção aos detalhes e submerge naquela realidade, como em uma viagem ao passado. Interessantíssimo!
Vale a pena conferir a obra desse artista!
31ª edição da feira da Vila Madalena
Vila Madalena - São Paulo/SP - E depois de uma manhã zen no Ibirapuera, lá fomos eu e Solange na 31ª Feira da Vila Madalena! O evento acontece apenas uma vez por ano e reúne os artesãos locais em uma feira recheada de mais coisas zen, esquisotéricas que eu tanto adoro. Além, é claro das comidas maravilhosas. Realmente não temos vergonha na cara em dizer que ficamos durante 3 horas apenas comendo e com a cara de pau de arrumarmos, ainda, uma cadeira para cada uma na calçada, "prá comida assentar melhor".
Logo ao chegarmos encontramos, coincidentemente, o Dú Padovani, meu companheiro de perrengues no Ecomotion/Pro, curtindo um som com seus amigos. A alegria não durou muito, o som explodiu em um curto circuito e, então, nos entregamos à culinária da Vila. Com direito ao grand finale: espetinho de morango com chocolate! Os dois últimos espetinhos da festa! Ueba!
Fundado há mais de 20 anos, o Centro Cultural Vila Madalena nasceu junto com a Feira, criada por um grupo de moradores da Vila como forma de integrar os jovens estudantes da Universidade de São Paulo que vieram morar no bairro nos anos 70 com os tradicionais moradores.Segundo o seu presidente, José Luiz de França Penna, o objetivo principal da entidade é ser um aglutinador das manifestações artísticas e culturais do bairro, além de proporcionar lazer, cultura e educação aos moradores da região. O Centro Cultural Vila Madalena foi o grande precursor das festas populares de rua de São Paulo. Hoje, vários bairros seguem seu exemplo com muito êxito promovendo vários eventos para as suas comunidades.
A alma indiana de Krishna Das
Ibirapuera - São Paulo/SP - E é assim, que consigo classificar este cantor norte-americano, que tem alma indiana. "Sua voz ecoa em nossos corações". O primeiro contato que tive com seus mantras foi através da prática de Yoga, no Instituto de Yoga Clássico de Campinas, há 4 anos.


Tenho uma tênue relação com a cultura da Índia e acredito que com Krishna Das seja da mesma forma. Ele abalou 5.000 pessoas que foram vê-lo no evento Yoga pela Paz, que aconteceu no Ibirapuera no último dia 17 de agosto.
E lá estávamos, eu e Solange, para vê-lo. Diz a lenda que Susi e Beto também estavam, mas começo achar que apenas em alma, rs. A apresentação durou 2h30, sem interrupções, com Krishna Das sempre em lótus completo. As 5.000 pessoas ali presentes, em perfeita harmonia, representavam o que pode se chamar de a sintonia da paz. Uma energia tão positiva que era possível flutuar literalmente em determinados momentos.
O êxtase total veio com Om Namah Shivaya. Meu guia gostou e eu também!!!
E lá estávamos, eu e Solange, para vê-lo. Diz a lenda que Susi e Beto também estavam, mas começo achar que apenas em alma, rs. A apresentação durou 2h30, sem interrupções, com Krishna Das sempre em lótus completo. As 5.000 pessoas ali presentes, em perfeita harmonia, representavam o que pode se chamar de a sintonia da paz. Uma energia tão positiva que era possível flutuar literalmente em determinados momentos.
O êxtase total veio com Om Namah Shivaya. Meu guia gostou e eu também!!!
terça-feira, 26 de agosto de 2008
Bairro Ipiranga - Voltando às origens!
Ipiranga - São Paulo/SP - Final de semana retrasado, mais especificamente dias 16 e 17 de agosto, foi especial. Tour pelo Ipiranga, Show com Krishna Das no Ibirapuera e Feira da Vila Madalena. Logo no sábado, foi uma verdadeira volta ao passado, às minhas origens aqui em São Paulo. O tour pelo bairro do Ipiranga, onde nasci e vivi até os 13 anos de idade, rendeu boas histórias. Apesar de já ser Campineira por uso capião, não dá para negar que meu coração é paulistano!
Foi emocionante rever todo o bairro e os principais pontos por onde eu e minha família circulávamos. A cada rua revisitada era um telefonema para minha mãe relatando a caminhada pelo bom e velho Ipiranga. Aliás, muito velho mesmo.
O nome Ypiranga foi dado ao riacho que se tornou célebre e passou a ser chamado de rio após D. Pedro proclamar a independência do Brasil e deriva-se do dialeto tupi-guarani (dos índios Guaianazes).
Comemora-se o aniversário do Bairro do Ipiranga aos 27 de Setembro de 1584, data em que aparece a primeira citação do "Ireirepiranga" nas Atas da Vila de São Paulo.
Universidade São Marcos - Desci de busão na rua Silva Bueno, onde começou minha trajetória. Famosa pelas inúmeras lojas ao longo de vários quarteirões, é ali que fica o conhecido Mercadão do Ipiranga, o Mercado Municipal José Gomes de Moraes Neto. Eu não me lembrava mais de como era aquela "muvuca" toda e como era imensa aquela rua. Desci no último ponto, para que pudesse ver exatamente como estava toda a sua extensão. Neste pedacinho do bairro eu já estava extasiada.
Foi emocionante rever todo o bairro e os principais pontos por onde eu e minha família circulávamos. A cada rua revisitada era um telefonema para minha mãe relatando a caminhada pelo bom e velho Ipiranga. Aliás, muito velho mesmo.
O nome Ypiranga foi dado ao riacho que se tornou célebre e passou a ser chamado de rio após D. Pedro proclamar a independência do Brasil e deriva-se do dialeto tupi-guarani (dos índios Guaianazes).
Comemora-se o aniversário do Bairro do Ipiranga aos 27 de Setembro de 1584, data em que aparece a primeira citação do "Ireirepiranga" nas Atas da Vila de São Paulo.
Universidade São Marcos - Desci de busão na rua Silva Bueno, onde começou minha trajetória. Famosa pelas inúmeras lojas ao longo de vários quarteirões, é ali que fica o conhecido Mercadão do Ipiranga, o Mercado Municipal José Gomes de Moraes Neto. Eu não me lembrava mais de como era aquela "muvuca" toda e como era imensa aquela rua. Desci no último ponto, para que pudesse ver exatamente como estava toda a sua extensão. Neste pedacinho do bairro eu já estava extasiada.
Comecei a subir, não me lembrava como poderia fazer para chegar na Avenida Nazaré, mas segui caminhando em busca de lembranças. Debaixo de um sol escaldante, que torrou meus ombros desnudos pela regata preta, dei de cara com a Universidade São Marcos. Um prédio bem antigo, que na época em que meu pai estudou administração por lá, ainda era apenas uma Faculdade.
Fazendo algumas pesquisas sobre a história da São Marcos, acabo de descobrir que ela tem 36 aninhos de vida. Nasceu em 1970, 4 anos antes de mim! Passei por duas de suas unidades e não resisti, entrei na unidade que fica paralela com a Avenida Nazaré. Um prédio muito antigo, mas muito bem conversado, com um lindo jardim, chamado de prédio João XXIII. O prédio João XXIII é uma menção honrosa ao “Papa da Bondade”, feita pelas Irmãs Salesianas e continuada pela direção da Universidade São Marcos. Ele pontificou de 1958 a 1963, período em que modernizou a Igreja Católica, tornando-a independente dos poderes existentes e intervindo em assuntos políticos, econômicos e sociais. Em 1920, foi inaugurado ali o Noviciado Nossa Senhora das Graças, em terreno doado pelo conde José Vicente de Azevedo. O local sofreu modificações até o início da década de 50, quando foi construída a capela onde, atualmente, funciona a Biblioteca da Universidade São Marcos. Desde 1974, a Universidade aluga o prédio onde funcionam alguns de seus cursos.A história da Universidade São Marcos está ligada diretamente à biografia do Conde José Vicente de Azevedo (1859-1944), personagem ímpar que contribuiu de forma marcante para o desenvolvimento do bairro do Ipiranga. Os prédios que acolhem quatro dos sete prédios históricos da Unidade Ipiranga, foram construídos entre o final do século XIX e início do XX, em terrenos doados pelo Conde, a fim de abrigarem instituições educacionais dedicadas aos segmentos sociais mais carentes. De acordo com o professor Lincoln Etchebéhère Junior, o Ipiranga da época era fabril e reunia um número grande de imigrantes e descendentes de ex-escravos.
Colégio Maria Imaculada Dr. Piero Roversi - Não poderia deixar de citar que logo depois da São Marcos, passei pelo Seminário Nossa Senhora da Glória onde fiz o primeiro ano do ginásio e o Colégio Maria Imaculada, onde estudei até a 7ª série do ginásio. Nada mudou neste quarteirão, os prédios, já antigos na época de pequena, continuam intactos. Do outro lado da avenida o prédio das internas do Nossa Senhora, que hoje não deve ter mais essa finalidade. A Bandeira do Brasil continua hasteada no mesmo mastro e o posto de gasolina da esquina e a padoca, também, continuam no mesmo lugar. Segundo minha tia Isaura, a única irmã da minha época, a Irmã Carly foi embora e não resta mais ninguém prá contar história. O prédio da escola data de 1930 e abriga um painel de cerâmica com a imagem de Maria Imaculada. "Mamãe, mamãe me dá sua mão...", a Sara vai lembrar dessa música e foi o que lembrei ao passar por lá. E pasmem, antigos estudantes do Maria! O colégio agora tem até site: http://www.colmariaimaculada.com.br/.
É a vida passa... Parei na padoca para tomar uma vitamina e continuar minha caminhada. Mas não posso pular para o próximo tópico sem antes fazer uma homenagem à professora atual mais legal do Colégio, minha prima Priscila (segundo da direita para a esquerda)!!! ÊEEEEEEEE. Nessa foto consigo reparar no detalhe do buraco das escadinhas... é, os buracos ainda existem. Era ali que brincávamos na hora do recreio, um arremessando o outro no buraco. É, eu tinha medo dessa "brincadeira". Perái, a 3ª da esquerda para a direita estudou com meu irmão, não lembro o nome dela, mas temos uma foto dela pequenininha, em sua primeira comunhão!

Faculdade Getúlio Vargas - Minha idéia de visitar o Museus dos Bichos, mantido pela USP, localizado na Avenida Nazaré foi por água abaixo. A ansiedade era tanta para começar a descer a "ladeira da lamentação" que abortei a visita, pelo menos nessa oportunidade. Comecei a descer, sentido Faculdade Getúlio Vargas, que continua com seus tijolinhos à vista, mas parece que aumentou. Colégio técnico de administração de empresas e agora faculdade, agora tem quase um quarteirão inteiro de construção. Nesse momento, insconscientemente, andava pela rua batendo os dedos no muro da São Marcos, coisa que fazia desde pequena e ficava com as juntas todas raladas. Comecei a rir sozinha frente a esta minha lembrança, que ainda era muito viva, apesar dos 20 anos passados.
Ladeira da Lamentação - Agora eu já fazia o caminho de volta para casa, quando vinha da escola. Dei uma passada na casa da Alejandra, amiguinha chilena que estudava comigo e morava na Gama Lobo. O buteco da esquina, que antes vendia o meu lanche do recreio, aquele enrolado de presunto e queijo campeão, assumiu de vez seu lado buteco. Nada de enrolado de presunto e queijo ou pão de queijo ou francês que fosse. Apenas pinga. E logo ali, ela, a tão temida e tenebrosa LADEIRA da lamentação, que ía dar na Rua Frei Durão, onde passei toda a minha infância. Nossa, era mais curta do que eu lembrava, mas muito mais íngreme! É uma rua em praticamente 80º, onde nunca conseguíamos imaginar como era possível se manter em pé dentro de suas casas. Obviamente, pensamento que se passava na cabeça das crianças e que agora passava na minha novamente. Desci freando e tropeçando, pois queria andar, frear e olhar cada detalhe daquelas casinhas todas que eu me recordava como em um passe de mágica. Ladeira de tantas histórias. Minha mãe, coitada, subia e descia com as mochilas de 3 crianças nas costas, de 2 a 4 vezes ao dia. Isso por apenas 20 anos, pois minha mãe já trilhava aqueles caminhos desde pequena no mesmo vai e vém. Desconjurava.
Rua Frei Durão - Passada a emoção da ladeira, agora estava eu lá, na Rua Frei Durão, em direção à tia Joana que continua com sua casinha, firme e forte. Mais uma vez não resisti ao ímpeto de olhar tudo antes de parar em algum lugar específico e fui em direção ao número 442. Aquela casinha pobre, mas com porão (aquele porão era tudo!), não existe mais. No seu lugar um sobrado enorme (proporcionalmente ao que era antes, claro) surgiu em seu lugar. Ainda bem que algo evoluiu por ali. Mas a calçadinha, ah a calçadinha não existe mais. Cenário dos meus sonhos e pesadelos, virou uma rua sem degraus. Onde estavam meus degraus, que se tornavam piscinas em meus sonhos? Onde brincávamos incessantemente com meus primos (vizinhos de escadinha)? Que pena, o cenário desmantelou-se. Fiquei ali por um bom tempo, quando lembrei que ainda podia visitar o supermercado Koti!!! Não, também não funcionava mais. E nem o açougue onde eu comprava carne desde os 5 anos de idade e sozinha!!! Era um acontecimento cada vez que ía ao açougue, me sentia muito importante. E, no auge dos meus tempos cavernosos, salivava ao ver a carne vermelhinha e aquele cheiro horroroso que hoje chamo de defunto. Ah, que bom que as coisas evoluem e as pessoas também. Também não há mais a banca de revista, na garagem de uma casa, onde comprava minhas figurinhas e começava minha coleção de bichinhos miniatura. Desci mais um lance de escadinhas em direção à Rua Arciprestes Ezequias, com o intuito de ver se ainda existia a casa da Shirley, outra coleguinha de escola que morava com os pais que eram professores de música e piano, os dois cegos. Sim!!! Existia, e para minha surpresa ainda havia uma placa: Aulas de piano. Foi emocionante. Anotei o telefone. Quem sabe um dia tomo coragem e ligo para saber do paradeiro dos colegas de infância.
Igreja Cristóvão Colombo - De volta à Rua Frei Durão agora o destino era a ex-casa da minha avó, na Umburetama. Sem antes deixar de verificar a casa da Maria Luíza e onde meu avô estacionava todas as tardes seu fusquinha. Trocadilhos à parte, prossegui até o final da Frei Durão, passando pela antiga casa de umbanda que tanto medo eu tinha quando na infância. A casa, que continua azul, agora é um centro de apoio aos povos indígenas, pode? Continua sendo um centro de apoio e caridade, hoje entendo isso. E a tarde prosseguiu, já estava andando desde às 11h e o sol estava a pino, quando meu relógio marcava 14h e dei de cara com a lavanderia do japonês, que continua em pé provavelmente graças aos seus descendentes e a casa da Maria Louca que nos atirava pedras na rua.
Os fios de alta tensão, que sempre me chamaram muita a-tenção (rs), continuam com as pipas enroscadas, sinal de que muitas crianças ainda brincam pelas ruas daquele bairro antigo. Sem deixar de citar os tênis enroscados pelos cadarços, balançando com o vento, fato que me fez dar muita risada até chegar na casa da minha avó, que não existe mais. Foi demolida, mas as casas de suas vizinhas, até com a mesma pintura estão. Tudo muito judiado e despedaçado, mas continuam lá.
Queria ver como estava a primeira casa que a minha tia Ângela morou quando se casou, por isso segui pela Huet Bacelar e a idéia era sair direto no Instituto Cristóvão Colombo, na Dr Mario Vicente. A casa da minha tia sempre foi a mais bonita da rua e continua sendo. Hoje está feia e continua sendo a mais bonita da rua. Ah, mas a Huet Bacelar agora tem uma grande novidade, o Aquário de São Paulo. Um complexo com aquários gigantescos, planetário e cinema em terceira dimensão. Já havia visitado o local recentemente.
Mas a idéia verdadeira mesmo, vou ser sincera, era escorregar novamente no "escorregador" da igreja onde fui batizada e onde assisti a tantas missas, verdadeiras incógnitas para mim. Enquanto o padre falava um quase latim, sem microfone, em voz cantada no mesmo ritmo do começo ao fim, não foram poucas as vezes que eu e meus irmão fugimos da igreja para brincar no escorregador corrimão da igreja. Eram domingos enfadonhos, mas ao mesmo divertidos.
Achei na internet uma descrição do local muito interessante: não espere se deparar com uma construção diante do número dessa rua. Passe o portal e siga sem medo pela viela de pedra. Pequenas travessinhas, repletas de casotas geminadas surgirão no caminho. No centro, está o Instituto Cristóvão Colombo, que em 1.995 iniciou atividade como orfanato. A fachada é composta por uma Igreja de linhas marcantes que mesclam os estilos neoclássico e art déco. Na década de 60, ela ganhou um anexo em linhas retas e azulejos coloridos. Mistura maluca? Há mais de frente para a Igreja, está o Seminário João XXIII, onde está a ordem dos Padres Carlistas. O tombamento nessa região faz menção às arvores do bosque em frente à construção. Ou seja, a imensa mangueira centenária está livre da especulação imobiliária.
Vale uma foto!
Detalhe do meu escorregador de infância - Seminário João XXIII – Congregação dos Missionários de São Carlos – R. Dr. Mario Vicente, 1108 Vale lembrar que neste momento, já havia ligado para a minha mãe, em Campinas, umas 50 vezes. Na última ligação ela me disse: "fica zoando na escadaria da igreja que os padres vão te expulsar daí!". Que engraçado, a mesma frase que ouvia quando tinha 7 anos de idade! É, apesar de mudar, as coisas não mudam, rs.
Família - E depois de "zoar" na igreja, o jeito era ir visitar a minha família que ainda mora no Ipiranga. Antes, dei uma passadinha na casa onde minha tia Ângela morou antes de sua ída definitiva para Recife e não pude deixar de medir a garagem onde minha mãe "tentava" guardar sua Brasília verde. Realmente ela tinha razão, a garagem era muito estreita. Última passada na Frei Durão, 442 e rumo à Tia Joana. O povo quase infartou quando me viu. Uma mistura de "nossa, quem é você?" com "o que você tá fazendo aqui perdida?", rsrsrs. Foi divertido rever Tia Joana e os seus bolinhos de queijo, digo sua família. Ela continua cozinhando muito bem diga-se de passagem. De quebra ainda conheci minha priminha de TERCEIRO grau (nossa!), linda demais. E os gatos? Impagáveis, agora já arrumei um marido para Mica Lady, pena que ele é castrado. Mas acho que ela não vai nem reparar, porque ela também é, rs.
Fui até a casa do Nenê (que de Nenê nunca teve nada, rs) onde sua filhota tava fazendo aniversário, minha ouuuutra prima de terceiro grau, a Natália. A Marli me deu uma carona até a casa da Titia Isaura. Apesar da gentileza, minha idéia era ainda perambular bastante até chegar na Rua Vergueiro, mas não foi possível dizer não, rs. E lá dei de cara com a Priscila e minha priminha de segundo grau, a bonequíssima Alice. Ela é a miniatura da Pris e brincando com ela, parecia que estava brincando com a mãe dela, quando éramos pequenas. Mas perái, eu já cresci, rs. Marla chegou mais tarde e tomamos um cafézão da tarde preparado pela minha tia. Enquanto isso, Zé Bob dormia com a cabeça no travesseiro (cão lindo e folgado!).
Fim do tour - O dia acabou com uma carona até a Rua Santa Cruz de onde segui para o meu destino. Já era de noitão quando cheguei em casa. E resumindo minha caminhada pelo Ipiranga, minha impressão de maneira geral foi boa. E é bom voltar nestes lugares com outro entendimento, com outra visão, com uma visão mais macro das coisas. Realmente, nossa cabeça muda, evoluiu e tudo à nossa volta. Outras não, continuam intactas, outras perecem, para nos mostrar que um dia tudo se acaba ou não! Poderia dizer que o Ipiranga é o mesmo de 20 anos atrás, mas nem eu sou a mesma, nem seus moradores, nem suas quase ruínas ou seus monumentos. Tem muita história ali, para ser contada por toda a eternidade. Histórias de DPedro, histórias dos Nanni, dos Pizani, dos Lippi, dos Branciforte e da italiana que por ali se instalou e passou. Ainda volto prá ver mais coisas, talvez sob outra ótica ainda, mas com a certeza de que tudo na vida é fase e por etapas temos que passar, como metas a serem cumpridas. E como é bom ter histórias para contar!
Sobre como usar o tempo
“Uma pessoa sábia sabe como usar o tempo. Sabedoria é espiritualidade. Use o tempo para o eu e não se deixe levar por hábitos que causam estresse. Temos tanta riqueza interior mas não a exploramos. Precisamos redescobrir quanto amor e sabedoria existe dentro de nós. Mas só através da contemplação, meditação e reflexão ela emergirá. Dessa forma a riqueza interior poderá ser usada e compartilhada.”
Mohini Panjabi
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E é com este trechinho do texto de Panjabi que começo meu blog.
Para você que me encontrou, seja bem-vindo!
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