Trabalho e solidariedade ajudam a reconstruir São Luiz do Paraitinga. A rotina da pequena cidade do interior de São Paulo ainda está longe da normalidade. A cidade recebeu doações de várias partes do Brasil, e agora faltam voluntários para ajudar na distribuição de alimentos.
Aos poucos São Luiz tenta se recuperar da tragédia. A enchente que cobriu todo o centro da cidade deixou marcas no coração da cidade e dos moradores. Em cada lugar que se olha, há sempre alguém, fora e dentro dos edifícios, ocupado em retirar toda lama que ainda resta.
É trabalho contínuo, quase dá a impressão de que será impossível vencer a montanha de entulhos. O comércio não está de portas fechadas, mas também não funciona: Não se compra remédios, pães, não se faz compras, nada. O prejuizo é grande, cerca de 15 milhões de reais. Empréstimo que precisa ser pago com mais tempo, diz a prefeita.
Mas grande também é a solidariedade. Já nem sequer é possível calcular a quantidade de mantimentos enviados por empresas e desconhecidos. É tanto de comer que hoje há preocupação com o prazo de validade dos alimentos. Há necessidade de tempero, de açúcar, de pó de café, de óleo, de botijões de gás. Acessórios de limpeza também fazem falta.
São Luiz trabalha, mas precisa de voluntários para retornar ao que era antes. Aquela cidade linda, acolhedora, com a Igreja de São Luiz de Tolosa lembrando o povo para a Missa.
A anormalidade precisa perder logo o tal prazo de validade.
Quer ser voluntário?
As pessoas que quiserem se voluntariar podem entrar em contato com a prefeitura da cidade, pelo telefone (12) 3671 7000, ou com uma das responsáveis pelo recebimento e distribuição das doações, Raquel Toledo, pelo telefone (12) 9735 7476.
Segundo Raquel, a maior necessidade é a triagem de roupas, que está sendo feita na quadra poliesportiva da cidade, e a limpeza dos locais atingidos pela enchente. Neste caso, é preciso que o voluntário leve o equipamento necessário para a limpeza (botas, luvas, rodo, balde, etc) pois a cidade não tem condições de oferecer o material.
Fonte: Canção Nova/noticias
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Passos para ser voluntário em São Luiz do Paraitinga
Fui ontem, 14/01 a cidade e eles realmente estão precisando de voluntários. A ajuda atual será em coisas materiais porem poderemos conversar e com nossa empatia e simpatia lembrarmos que todos somos pessoas e que juntos reconstruiremos o que quisermos!
Ao chegar, se já estiver com o crachá passe no coreto para avisar a prefeitura o posto que você esta indo, caso esteja sem o crachá, passe na coreto e faça seu cadastro.
Obs: Tenho 101 crachás para vocês chegarem a cidade já identificados, caso queiram me liguem: (11) 8134-1821.
Com o crachá preencha: “NOME” - Voluntário - Limpeza
Postos de distribuição que precisam de mais ajuda (caso tenham disponibilidade por dias de semana, aproveitem essas horas, a cidade fica vazia e o trabalho pesado para poucos, se podem de final de semana, não tem problema! Ajuda é sempre bem vinda):
1º - Ginásio – Galpão em frente a rodoviária (separação de roupas) – 50 a 100 pessoas - Procurar por Renata
2º - São Caetano – entrada de Lagoinha – (organização do material recebido) – 20 pessoas – Procurar por Eduardo ou Nelson
3º - Igreja São Benedito - (organização do material recebido) – 10 pessoas – Procurar por Eduardo ou Nelson
4º - Igreja Rosário - (separação de roupas) – 5 pessoas – Procurar por Ricardo ou Bartira
(por ultimo e não menos importante) Sempre– Limpeza!! Passem no coreto peguem os materiais necessários e peçam indicações das casas.
Todos irem com bota e luva, eles estão com falta!!
Outras atividades:
Montar brincadeiras para as crianças (Espaços: Praça do coreto e frente da igreja do Rosário) – para chamá-los – radio local ou microfone na igreja.
Conversa e musica com idosos – os do asilo estão em Taubaté se puderem visitá-los pois não está sendo divulgada esta mudança (tenho os contatos da responsável). Espaços: Praça do coreto, em frente a igreja do Rosário – para chamá-los – radio local ou microfone na igreja.
Dica - eles respiram musica!!
Outras necessidades:
Lâmpada, Pilhas, Pregador de roupa, desentupidor, mistura para a comida (legumes pode ser uma alternativa), garrafa térmica, garfos e colheres plásticas, pó de café.
Lembrem-se: Se cada um fizer sua parte, levar 1 saco de café (exemplo) e/ou ir 1 dia a cidade esta ajuda é incrível! Pois a união de todos é que esta fazendo a cidade se sentir viva novamente.
Importante: Sintam o limite dos moradores, estamos entrando em sua cidade / sua casa. Peçamos licença e vamos ouvir seus corações, o que eles estão precisando alem da ajuda material? Nossa palavra ou nosso silencio carinhoso de respeito?
Beijosssss
Cristiane C. Pires
C: 8134-1821
Nextel: 7832-1043
ID: 55*84*5538
Email: cricp@terra.com.br
Ao chegar, se já estiver com o crachá passe no coreto para avisar a prefeitura o posto que você esta indo, caso esteja sem o crachá, passe na coreto e faça seu cadastro.
Obs: Tenho 101 crachás para vocês chegarem a cidade já identificados, caso queiram me liguem: (11) 8134-1821.
Com o crachá preencha: “NOME” - Voluntário - Limpeza
Postos de distribuição que precisam de mais ajuda (caso tenham disponibilidade por dias de semana, aproveitem essas horas, a cidade fica vazia e o trabalho pesado para poucos, se podem de final de semana, não tem problema! Ajuda é sempre bem vinda):
1º - Ginásio – Galpão em frente a rodoviária (separação de roupas) – 50 a 100 pessoas - Procurar por Renata
2º - São Caetano – entrada de Lagoinha – (organização do material recebido) – 20 pessoas – Procurar por Eduardo ou Nelson
3º - Igreja São Benedito - (organização do material recebido) – 10 pessoas – Procurar por Eduardo ou Nelson
4º - Igreja Rosário - (separação de roupas) – 5 pessoas – Procurar por Ricardo ou Bartira
(por ultimo e não menos importante) Sempre– Limpeza!! Passem no coreto peguem os materiais necessários e peçam indicações das casas.
Todos irem com bota e luva, eles estão com falta!!
Outras atividades:
Montar brincadeiras para as crianças (Espaços: Praça do coreto e frente da igreja do Rosário) – para chamá-los – radio local ou microfone na igreja.
Conversa e musica com idosos – os do asilo estão em Taubaté se puderem visitá-los pois não está sendo divulgada esta mudança (tenho os contatos da responsável). Espaços: Praça do coreto, em frente a igreja do Rosário – para chamá-los – radio local ou microfone na igreja.
Dica - eles respiram musica!!
Outras necessidades:
Lâmpada, Pilhas, Pregador de roupa, desentupidor, mistura para a comida (legumes pode ser uma alternativa), garrafa térmica, garfos e colheres plásticas, pó de café.
Lembrem-se: Se cada um fizer sua parte, levar 1 saco de café (exemplo) e/ou ir 1 dia a cidade esta ajuda é incrível! Pois a união de todos é que esta fazendo a cidade se sentir viva novamente.
Importante: Sintam o limite dos moradores, estamos entrando em sua cidade / sua casa. Peçamos licença e vamos ouvir seus corações, o que eles estão precisando alem da ajuda material? Nossa palavra ou nosso silencio carinhoso de respeito?
Beijosssss
Cristiane C. Pires
C: 8134-1821
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terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Tem alguma coisa melhor do que descer uma CACHOEIRA de bote? Rio Jaguari em Extrema, queda com 10 metros!
As duas descidas foram em 2007! Boniitooo!
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Agências de turismo e PM organizam SOS Angra e S. Luiz do Paraitinga
Agências de turismo ecológico e a Polícia Militar das regiões de Campinas e Piracicaba estão arrecadando doações para os moradores atingidos pelas enchentes em São Luiz Paraitinga, no Vale do Paraíba, e Ilha Grande, em Angra dos Reis, no litoral fluminense. As duas cidades são pontos turísticos muito procurados por moradores da região.
Segundo a Polícia Militar, colchões, alimentos não perecíveis e roupas estão entre as prioridades.
Para saber onde está uma unidade da PM mais próxima é só acessar o site www.ssp.gov.br.
Link da reportagem: http://eptv.globo.com/noticias/noticias_interna.aspx?283991
Segundo a Polícia Militar, colchões, alimentos não perecíveis e roupas estão entre as prioridades.
Para saber onde está uma unidade da PM mais próxima é só acessar o site www.ssp.gov.br.
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Serra promete condecoração para as equipes de rafting que atuaram no caos em Paraitinga
http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2010/01/06/ult5772u6912.jhtm
Daniela Paixão 06/01/2010 - 14h03
Enviada especial do UOL Notícias
Em São Luiz do Paraitinga (SP)
O governador José Serra (PSDB) visitou o que restou de São Luiz do Paraitinga, interior de São Paulo, nesta quarta-feira (6) e anunciou um pacote de medidas para tentar reconstruir a cidade, devastada pelas chuvas no primeiro dia do ano no Vale do Paraíba.
Entre as medidas estão linhas de crédito para pequenas e médias empresas com juros "baixíssimos", segundo Serra, a reconstrução e reaparelhamento dos dois postos de saúde da cidade e a doação de meia tonelada de medicamentos do Dose Certa, com 60 variedades.
Os moradores também terão isenção da conta de água por alguns meses. Serra não precisou por quanto tempo. Uma verba de R$ 10 milhões será destinada às estradas rurais e mais R$ 2 milhões para pavimentação. As máquinas que vão trabalhar nelas já estão na entrada da cidade. Também haverá a instalação de um gerador na região do centro histórico e o CDHU vai construir 100 moradias de emergência.
Linhas de financiamento serão liberadas para a construção e reforma às famílias que receberem até 10 salários mínimos, disse o governador. A Secretaria de Educação vai providenciar a reconstrução das três escolas existentes, duas delas totalmente destruídas.
Serra também afirmou que vai pedir à Caixa Econômica Federal a liberação do Fundo de Garantia às famílias atingidas, a exemplo do que ocorreu na tragédia que vitimou mais de 50 pessoas em Angra dos Reis (RJ).
O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), percorreu as ruas da cidade nesta quarta-feira (6)
O governador, que se reuniu com o Condephaat (órgão estadual do patrimônio), disse também que vai pedir que a avaliação dos estragos seja feito de maneira rápida.
"Vamos ter que fazer um debate rápido sobre o que fazer. Se for ficar debatendo academicamente, vai passar alguns anos e não vai ser feito nada."
Na opinião de Serra, o ponto de partida para o recomeço é a reconstrução da igreja da praça Oswaldo Cruz, a principal da cidade, da qual restou apenas o contorno no chão.
"A prioridade é reerguer a igreja, construir do jeito que ela era, com materiais mais modernos, até porque, não ficou nada." "Desde que se respeite a arquitetura histórica", ressalvou.
Casas viram escombros na cidade
A avaliação inicial do prejuízo por autoridades municipais é de R$ 100 milhões. Questionado se o governo providenciará essa cifra, Serra afirmou: "Não é um cheque que você dá e acaba com o problema, está resolvido, vira as costas e vai embora. É muito mais complicado. Se fosse só isso, faríamos um esforço, estaria tudo resolvido. Mas é muito mais delicado".
O governador também negou que a Defesa Civil não tenha dado alerta sobre as chuvas previstas para os primeiros dias do ano. "A Defesa Civil começou a dar o alerta dia 29. Dia 31, eles emitiram cinco alertas. Tanto tudo foi feito corretamente que não morreu ninguém."
Serra também prometeu uma condecoração para as equipes de rafting que foram consideradas as que mais atuaram de maneira rápida para ajudar durante o caos.
Daniela Paixão 06/01/2010 - 14h03
Enviada especial do UOL Notícias
Em São Luiz do Paraitinga (SP)
O governador José Serra (PSDB) visitou o que restou de São Luiz do Paraitinga, interior de São Paulo, nesta quarta-feira (6) e anunciou um pacote de medidas para tentar reconstruir a cidade, devastada pelas chuvas no primeiro dia do ano no Vale do Paraíba.
Entre as medidas estão linhas de crédito para pequenas e médias empresas com juros "baixíssimos", segundo Serra, a reconstrução e reaparelhamento dos dois postos de saúde da cidade e a doação de meia tonelada de medicamentos do Dose Certa, com 60 variedades.
Os moradores também terão isenção da conta de água por alguns meses. Serra não precisou por quanto tempo. Uma verba de R$ 10 milhões será destinada às estradas rurais e mais R$ 2 milhões para pavimentação. As máquinas que vão trabalhar nelas já estão na entrada da cidade. Também haverá a instalação de um gerador na região do centro histórico e o CDHU vai construir 100 moradias de emergência.
Linhas de financiamento serão liberadas para a construção e reforma às famílias que receberem até 10 salários mínimos, disse o governador. A Secretaria de Educação vai providenciar a reconstrução das três escolas existentes, duas delas totalmente destruídas.
Serra também afirmou que vai pedir à Caixa Econômica Federal a liberação do Fundo de Garantia às famílias atingidas, a exemplo do que ocorreu na tragédia que vitimou mais de 50 pessoas em Angra dos Reis (RJ).
O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), percorreu as ruas da cidade nesta quarta-feira (6)
O governador, que se reuniu com o Condephaat (órgão estadual do patrimônio), disse também que vai pedir que a avaliação dos estragos seja feito de maneira rápida.
"Vamos ter que fazer um debate rápido sobre o que fazer. Se for ficar debatendo academicamente, vai passar alguns anos e não vai ser feito nada."
Na opinião de Serra, o ponto de partida para o recomeço é a reconstrução da igreja da praça Oswaldo Cruz, a principal da cidade, da qual restou apenas o contorno no chão.
"A prioridade é reerguer a igreja, construir do jeito que ela era, com materiais mais modernos, até porque, não ficou nada." "Desde que se respeite a arquitetura histórica", ressalvou.
Casas viram escombros na cidade
A avaliação inicial do prejuízo por autoridades municipais é de R$ 100 milhões. Questionado se o governo providenciará essa cifra, Serra afirmou: "Não é um cheque que você dá e acaba com o problema, está resolvido, vira as costas e vai embora. É muito mais complicado. Se fosse só isso, faríamos um esforço, estaria tudo resolvido. Mas é muito mais delicado".
O governador também negou que a Defesa Civil não tenha dado alerta sobre as chuvas previstas para os primeiros dias do ano. "A Defesa Civil começou a dar o alerta dia 29. Dia 31, eles emitiram cinco alertas. Tanto tudo foi feito corretamente que não morreu ninguém."
Serra também prometeu uma condecoração para as equipes de rafting que foram consideradas as que mais atuaram de maneira rápida para ajudar durante o caos.
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Pedal Social em apoio a São Luís do Paraitinga acontece em Taubaté no próximo domingo
Pedal Social em apoio a São Luís do Paraitinga acontece em Taubaté no próximo domingo
Acompanhamos tristemente as notícias dos últimos dias sobre nossa querida São Luís do Paraitinga, palco de provas do MTB, corridas de aventura, carnaval de rua etc. Cidade acolhedora que sempre cuidou bem do seu meio ambiente para nos receber em suas estradas, trilhas, montanhas e paisagens fantásticas.
Nada mais justo, nesse momento, do que unir nossas forcas para ajudarmos. Unindo a bike e toda a galera, estamos organizando um Pedal Social neste domingo, 10/01/10 às 08 horas, saindo da APAE de Taubaté (trajeto do big biker Sport) onde pedimos que cada participante leve uma doação para as vítimas de São Luiz do Paraitinga, podem ser alimentos, água potável, roupas, itens de higiene pessoal etc, pois muitas pessoas perderam realmente tudo o que tinham e toda ajuda será muito bem vinda.
Sabemos que só alimentos e roupas não são suficientes para devolver todo conforto da população, mas de coração, quanto maior o número de ciclistas amigos comparecerem no pedal com uma simples doação, será sem dúvida um gesto de ajuda e boa ação que realizamos.
A equipe Ogro Zumbi, juntamente com Bike Joe, CicleCenter, Pedalac, Pedal Urbano (SP), Proshock, BikeBlogSJC, BigBiker, Capim com Poeira, blogs, lojas, empresas de outras cidades, todos serão bem vindos.
Vamos unir nossas forcas em busca de realizarmos esse evento com a certeza de que essa simples ação traga um bem maior a essa população de São Luís que sempre nos receberá de braços abertos em corridas, carnavais e demais eventos esportivos e culturais.
Vamos colocar nosso espírito solidário em prática, contamos com vocês.
Local: Apae Taubaté
Data: 10/01/2010
Horário: 8h
Inscrição: 2 litros de água potável
Forte Abraco
Postado por MTB OGRO ZUMBI
http://mtbogrozumbi.blogspot.com/
Acompanhamos tristemente as notícias dos últimos dias sobre nossa querida São Luís do Paraitinga, palco de provas do MTB, corridas de aventura, carnaval de rua etc. Cidade acolhedora que sempre cuidou bem do seu meio ambiente para nos receber em suas estradas, trilhas, montanhas e paisagens fantásticas.
Nada mais justo, nesse momento, do que unir nossas forcas para ajudarmos. Unindo a bike e toda a galera, estamos organizando um Pedal Social neste domingo, 10/01/10 às 08 horas, saindo da APAE de Taubaté (trajeto do big biker Sport) onde pedimos que cada participante leve uma doação para as vítimas de São Luiz do Paraitinga, podem ser alimentos, água potável, roupas, itens de higiene pessoal etc, pois muitas pessoas perderam realmente tudo o que tinham e toda ajuda será muito bem vinda.
Sabemos que só alimentos e roupas não são suficientes para devolver todo conforto da população, mas de coração, quanto maior o número de ciclistas amigos comparecerem no pedal com uma simples doação, será sem dúvida um gesto de ajuda e boa ação que realizamos.
A equipe Ogro Zumbi, juntamente com Bike Joe, CicleCenter, Pedalac, Pedal Urbano (SP), Proshock, BikeBlogSJC, BigBiker, Capim com Poeira, blogs, lojas, empresas de outras cidades, todos serão bem vindos.
Vamos unir nossas forcas em busca de realizarmos esse evento com a certeza de que essa simples ação traga um bem maior a essa população de São Luís que sempre nos receberá de braços abertos em corridas, carnavais e demais eventos esportivos e culturais.
Vamos colocar nosso espírito solidário em prática, contamos com vocês.
Local: Apae Taubaté
Data: 10/01/2010
Horário: 8h
Inscrição: 2 litros de água potável
Forte Abraco
Postado por MTB OGRO ZUMBI
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São Luiz do Paraitinga,
Taubaté
Instrutor de rafting diz que resgatou bombeiros em Paraitinga
Fonte: Vagner Magalhães - São Luiz do Paraitinga
Rodolfo de Paula Leite, 25 anos, é instrutor de rafting em São Luiz do Paraitinga. Depois de celebrar a virada do ano, pensou que teria um início de ano tranquilo. Apesar da chuva forte, não imaginou que ao lado de seus colegas de profissão seria essencial para os primeiros salvamentos de moradores que estavam ilhados. Trabalhou até no resgate de bombeiros que passaram dificuldades após virarem os botes onde estavam. Passado o momento mais crítico, continua trabalhando como voluntário, ajudando as equipes de apoio à população.
Nos últimos dias, Leite tem ajudado a recolher botijões de gás levados pela enchente, para serem trocados por outros, cheios. Durante essa atividade, acabou encontrando a imagem de uma santa, de uma das igrejas que acabaram ruindo.
"Era uma santa grande. Encontrei o corpo, já que as mãos e os pés estavam quebrados", disse. Nos próximos dias pretende continuar o trabalho, até que a situação esteja minimamente normalizada. "Enquanto tudo não estiver bem, os turistas não virão à cidade. Só com tudo normalizado é que voltaremos à rotina, bem mais divertida", disse.
"Na cidade há três empresas de rafting e assim que a água começou a subir, colocamos os barcos à disposição. Resgatamos pessoas, animais", disse. "Era muita gente precisando de ajuda. Ninguém imaginou que a água ia subir tanto."
Segundo ele, alguns moradores só aceitaram ajuda depois de uma terceira tentativa. Leite afirmou que muitos que estavam com a água pela metade da casa não acreditaram que ela pudesse subir mais. "Só quando a situação ficou insustentável é que essas pessoas aceitaram ajuda", disse.
Ele disse que o momento mais crítico foi o resgate de um idoso de 96 anos, que precisou ser retirado imobilizado em uma maca, já que o seu estado era de extrema fragilidade.
"Certamente, se eu tiver de guardar uma imagem desse dia, será o resgate desse idoso. Era uma operação que não poderia dar nada errado e assim foi", disse ele.
Serviço
O que doar:
materiais de limpeza, como detergente, água sanitária, e vassoura; higiene pessoal como sabonetes, fraldas geriátricas e infantis, e absorventes.
Projeto Enchentes:
Blog com mapa que mostra as áreas inundadas, rotas alternativas e locais para doações em todo o Brasil: http://projetoenchentes.radioramabrasil.com
Endereços para entrega de doações em São Paulo:
- Rua Bernardino de Campos, 1624 – Campo Belo.
(11) 4115-0361 / (11) 9593-4205 / (11) 8398-2431
- ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing)
R. Dr. Álvaro Alvim, 123.
Dias 5 e 6 receberá as doações no período das 10h às 21h.
- PISA Trekking
Al. dos Tupiniquins, 202 – Moema.
(11) 5052-4085
Rodolfo de Paula Leite, 25 anos, é instrutor de rafting em São Luiz do Paraitinga. Depois de celebrar a virada do ano, pensou que teria um início de ano tranquilo. Apesar da chuva forte, não imaginou que ao lado de seus colegas de profissão seria essencial para os primeiros salvamentos de moradores que estavam ilhados. Trabalhou até no resgate de bombeiros que passaram dificuldades após virarem os botes onde estavam. Passado o momento mais crítico, continua trabalhando como voluntário, ajudando as equipes de apoio à população.
Nos últimos dias, Leite tem ajudado a recolher botijões de gás levados pela enchente, para serem trocados por outros, cheios. Durante essa atividade, acabou encontrando a imagem de uma santa, de uma das igrejas que acabaram ruindo.
"Era uma santa grande. Encontrei o corpo, já que as mãos e os pés estavam quebrados", disse. Nos próximos dias pretende continuar o trabalho, até que a situação esteja minimamente normalizada. "Enquanto tudo não estiver bem, os turistas não virão à cidade. Só com tudo normalizado é que voltaremos à rotina, bem mais divertida", disse.
"Na cidade há três empresas de rafting e assim que a água começou a subir, colocamos os barcos à disposição. Resgatamos pessoas, animais", disse. "Era muita gente precisando de ajuda. Ninguém imaginou que a água ia subir tanto."
Segundo ele, alguns moradores só aceitaram ajuda depois de uma terceira tentativa. Leite afirmou que muitos que estavam com a água pela metade da casa não acreditaram que ela pudesse subir mais. "Só quando a situação ficou insustentável é que essas pessoas aceitaram ajuda", disse.
Ele disse que o momento mais crítico foi o resgate de um idoso de 96 anos, que precisou ser retirado imobilizado em uma maca, já que o seu estado era de extrema fragilidade.
"Certamente, se eu tiver de guardar uma imagem desse dia, será o resgate desse idoso. Era uma operação que não poderia dar nada errado e assim foi", disse ele.
Serviço
O que doar:
materiais de limpeza, como detergente, água sanitária, e vassoura; higiene pessoal como sabonetes, fraldas geriátricas e infantis, e absorventes.
Projeto Enchentes:
Blog com mapa que mostra as áreas inundadas, rotas alternativas e locais para doações em todo o Brasil: http://projetoenchentes.radioramabrasil.com
Endereços para entrega de doações em São Paulo:
- Rua Bernardino de Campos, 1624 – Campo Belo.
(11) 4115-0361 / (11) 9593-4205 / (11) 8398-2431
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R. Dr. Álvaro Alvim, 123.
Dias 5 e 6 receberá as doações no período das 10h às 21h.
- PISA Trekking
Al. dos Tupiniquins, 202 – Moema.
(11) 5052-4085
Moradores da Enseada do Bananal contam situação atual da Ilha Grande
Moradores da Enseada do Bananal contam situação atual da Ilha Grande
Por Daniela Nanni – AventuraPress – 05/01/2010 14h45
daniela@aventurapress.com.br
www.twitter.com/daninanni
O deslizamento de terra ocorrido na Enseada do Bananal, na Ilha Grande, aconteceu por volta das duas horas da manhã no primeiro dia do ano deixando até o momento, 29 mortos. Segundo informações de moradores da enseada, as outras pousadas só ficaram sabendo do ocorrido às 4h30.
“Nossa pousada, que fica em Jaconema, não foi afetada estruturalmente pelo deslizamento. Ficamos sem energia elétrica (Angra dos Reis e Ilha Grande toda ficaram) e tivemos problemas com água durante esse dia. Porém devido à proximidade que temos com a maioria das pessoas envolvidas ficamos muito abalados emocionalmente”, informou Paulo Minhoca, da Pousada Nautilus, que está transtornado com o ocorrido na Pousada Sankay, atingida diretamente pelo deslizamento de toneladas de terra.
“Nós estávamos com 55 pessoas na pousada no dia primeiro de janeiro e conseguimos manter praticamente todos os serviços funcionando (exceto luz e água que estávamos racionando). Realizamos um passeio na parte da tarde e demos a opção para quem quisesse ir embora no final da tarde, porém a maioria preferiu passar a noite na pousada do que enfrentar as possíveis dificuldades das estradas. No dia seguinte tínhamos ainda cerca de 25 pessoas, incluindo crianças, que ficaram na pousada normalmente durante todo o final de semana, realizando passeios e uma saída de mergulho”, afirmou Paulo que vai manter a pousada funcionando durante o mês de janeiro.
Abalados emocionalmente, Paulo e seus funcionários farão um recesso de 4 a 7 de janeiro. No entanto, Paulo registra sua indignação com os meios de comunicação que tem feito a cobertura do acidente: “A informação que a Ilha Grande está fechada para turismo é mentira! A praia do Bananal é a única que está fechada e por tempo indeterminado. Nossa atual situação é que estamos com a estrutura da pousada (quartos, restaurante, recepção, área de lazer) totalmente normalizada, água normalizada, funcionários trabalhando, barcos em funcionamento e energia elétrica através do nosso gerador”.
O ocorrido também abalou uma comunidade de mergulhadores de Campinas, a Captain Dive, que tem Ilha Grande como referencial para a prática esportiva. “Sofremos todos com as perdas de amigos e conhecidos e o primeiro sentimento é se solidarizar com as vítimas e prestar ajuda de alguma forma. Estamos em contato com a pousada Gipóia e Nautilus (ambas estão bem), que estão muito próximas ao acidente e participando diretamente no auxílio às vítimas. Parece que as doações de alimentos, roupas e outros produtos estão chegando em quantidade ideal aos necessitados. A orientação é aguardar mais informações para poder colaborar de forma mais eficiente. Por enquanto ajudamos também com nossas orações”, explicou Rafael Esteves, instrutor de mergulho e proprietário da Captain Dive.
Por Daniela Nanni – AventuraPress – 05/01/2010 14h45
daniela@aventurapress.com.br
www.twitter.com/daninanni
O deslizamento de terra ocorrido na Enseada do Bananal, na Ilha Grande, aconteceu por volta das duas horas da manhã no primeiro dia do ano deixando até o momento, 29 mortos. Segundo informações de moradores da enseada, as outras pousadas só ficaram sabendo do ocorrido às 4h30.
“Nossa pousada, que fica em Jaconema, não foi afetada estruturalmente pelo deslizamento. Ficamos sem energia elétrica (Angra dos Reis e Ilha Grande toda ficaram) e tivemos problemas com água durante esse dia. Porém devido à proximidade que temos com a maioria das pessoas envolvidas ficamos muito abalados emocionalmente”, informou Paulo Minhoca, da Pousada Nautilus, que está transtornado com o ocorrido na Pousada Sankay, atingida diretamente pelo deslizamento de toneladas de terra.
“Nós estávamos com 55 pessoas na pousada no dia primeiro de janeiro e conseguimos manter praticamente todos os serviços funcionando (exceto luz e água que estávamos racionando). Realizamos um passeio na parte da tarde e demos a opção para quem quisesse ir embora no final da tarde, porém a maioria preferiu passar a noite na pousada do que enfrentar as possíveis dificuldades das estradas. No dia seguinte tínhamos ainda cerca de 25 pessoas, incluindo crianças, que ficaram na pousada normalmente durante todo o final de semana, realizando passeios e uma saída de mergulho”, afirmou Paulo que vai manter a pousada funcionando durante o mês de janeiro.
Abalados emocionalmente, Paulo e seus funcionários farão um recesso de 4 a 7 de janeiro. No entanto, Paulo registra sua indignação com os meios de comunicação que tem feito a cobertura do acidente: “A informação que a Ilha Grande está fechada para turismo é mentira! A praia do Bananal é a única que está fechada e por tempo indeterminado. Nossa atual situação é que estamos com a estrutura da pousada (quartos, restaurante, recepção, área de lazer) totalmente normalizada, água normalizada, funcionários trabalhando, barcos em funcionamento e energia elétrica através do nosso gerador”.
O ocorrido também abalou uma comunidade de mergulhadores de Campinas, a Captain Dive, que tem Ilha Grande como referencial para a prática esportiva. “Sofremos todos com as perdas de amigos e conhecidos e o primeiro sentimento é se solidarizar com as vítimas e prestar ajuda de alguma forma. Estamos em contato com a pousada Gipóia e Nautilus (ambas estão bem), que estão muito próximas ao acidente e participando diretamente no auxílio às vítimas. Parece que as doações de alimentos, roupas e outros produtos estão chegando em quantidade ideal aos necessitados. A orientação é aguardar mais informações para poder colaborar de forma mais eficiente. Por enquanto ajudamos também com nossas orações”, explicou Rafael Esteves, instrutor de mergulho e proprietário da Captain Dive.
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terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Instrutores de rafting continuam empenhados em ajudar moradores de São Luiz do Paraitinga
Por Daniela Nanni – 05/01/2010 20h45
daniela@aventurapress.com.br
www.twitter.com/daninanni
As três operadoras de rafting - atividade esportiva praticada com botes infláveis para a descida das corredeiras de um rio - que atuam em São Luiz do Paraitinga continuam empenhadas em ajudar os moradores da cidade. Durante todo o ano recebem turistas das mais variadas origens para usufruir da adrenalina proporcionada pelo esporte, mas em poucas horas de forte chuva do dia 1º, 80% dos seus prédios históricos, localizados no Vale do Paraíba, a 182 km de São Paulo, ficaram em ruínas.
O centro da cidade fundada em 1792, principal destino turístico e fonte de renda local, com seu artesanato, atividades ecoturísticas e esportivas, carnaval e festival de marchinhas, levará anos para ser restaurado. O nível do Rio Paraibuna já diminuiu, mas sobraram os escombros de centenas de anos.
Desde as primeiras horas de inundação, os instrutores de rafting não mediram esforços para ajudar os moradores que ficaram ilhados nos telhados de suas casas. Os botes infláveis, que suportam até 6 rafteiros, carregaram muito mais do que desabrigados e seus pertences. Carregaram a esperança de dias melhores e estão sendo considerados os anjos de São Luiz do Paraitinga.
Já são 5 dias de trabalhos voluntários e a vontade de ajudar não diminui. “Todos estão profundamente empenhados no salvamento e em ajudar na distribuição dos alimentos. São 3 operadoras ajudando no resgate e ajudaremos também na reconstrução do nosso patrimônio”, disse Roberto de Campos, instrutor de rafting há 17 anos na cidade e que está arrecadando doações na cidade de São Paulo.
Roberto e seu irmão Dimas de Campos são instrutores de rafting e nascidos em São Luiz do Paraitinga. “É praticamente nossa própria história de vida que se abala. Tenho 28 anos e nunca vi uma destruição como essa”. Mais de 70 das 90 casas e casarões feitos de taipa de pilão, incluindo a Igreja Nossa Senhora das Mercês, do século XVIII, foram levados pela força do Rio Paraibuna. O prejuízo é inestimável. “Mesmo os instrutores que perderam tudo, continuam ajudando no trabalho de resgate e acredito que todos reconheçam que se não fosse o trabalho voluntário desses rapazes muita gente poderia ter morrido”, comentou Roberto que pede auxílio de doações para os desabrigados.
Roberto fez uma mobilização em São Paulo, pois até ontem (4) não havia ainda nenhum posto de coleta na cidade para os desabrigados de São Luiz do Paraitinga. “Comecei a arrecadar doações na minha própria casa. Hoje os batalhões da PM já estão recebendo as doações também. Juntamos algumas empresas e universidades que estão nos apoiando agora, cedendo seus espaços para receber essa importante contribuição”, finalizou o instrutor de rafting.
Serviço
O que doar:
materiais de limpeza, como detergente, água sanitária, e vassoura; higiene pessoal como sabonetes, fraldas geriátricas e infantis, e absorventes.
Projeto Enchentes:
Blog com mapa que mostra as áreas inundadas, rotas alternativas e locais para doações em todo o Brasil: http://projetoenchentes.radioramabrasil.com
Endereços para entrega de doações em São Paulo:
- Rua Bernardino de Campos, 1624 – Campo Belo.
(11) 4115-0361 / (11) 9593-4205 / (11) 8398-2431
- ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing)
R. Dr. Álvaro Alvim, 123.
Dias 5 e 6 receberá as doações no período das 10h às 21h.
- PISA Trekking
Al. dos Tupiniquins, 202 – Moema.
(11) 5052-4085
daniela@aventurapress.com.br
www.twitter.com/daninanni
As três operadoras de rafting - atividade esportiva praticada com botes infláveis para a descida das corredeiras de um rio - que atuam em São Luiz do Paraitinga continuam empenhadas em ajudar os moradores da cidade. Durante todo o ano recebem turistas das mais variadas origens para usufruir da adrenalina proporcionada pelo esporte, mas em poucas horas de forte chuva do dia 1º, 80% dos seus prédios históricos, localizados no Vale do Paraíba, a 182 km de São Paulo, ficaram em ruínas.
O centro da cidade fundada em 1792, principal destino turístico e fonte de renda local, com seu artesanato, atividades ecoturísticas e esportivas, carnaval e festival de marchinhas, levará anos para ser restaurado. O nível do Rio Paraibuna já diminuiu, mas sobraram os escombros de centenas de anos.
Desde as primeiras horas de inundação, os instrutores de rafting não mediram esforços para ajudar os moradores que ficaram ilhados nos telhados de suas casas. Os botes infláveis, que suportam até 6 rafteiros, carregaram muito mais do que desabrigados e seus pertences. Carregaram a esperança de dias melhores e estão sendo considerados os anjos de São Luiz do Paraitinga.
Já são 5 dias de trabalhos voluntários e a vontade de ajudar não diminui. “Todos estão profundamente empenhados no salvamento e em ajudar na distribuição dos alimentos. São 3 operadoras ajudando no resgate e ajudaremos também na reconstrução do nosso patrimônio”, disse Roberto de Campos, instrutor de rafting há 17 anos na cidade e que está arrecadando doações na cidade de São Paulo.
Roberto e seu irmão Dimas de Campos são instrutores de rafting e nascidos em São Luiz do Paraitinga. “É praticamente nossa própria história de vida que se abala. Tenho 28 anos e nunca vi uma destruição como essa”. Mais de 70 das 90 casas e casarões feitos de taipa de pilão, incluindo a Igreja Nossa Senhora das Mercês, do século XVIII, foram levados pela força do Rio Paraibuna. O prejuízo é inestimável. “Mesmo os instrutores que perderam tudo, continuam ajudando no trabalho de resgate e acredito que todos reconheçam que se não fosse o trabalho voluntário desses rapazes muita gente poderia ter morrido”, comentou Roberto que pede auxílio de doações para os desabrigados.
Roberto fez uma mobilização em São Paulo, pois até ontem (4) não havia ainda nenhum posto de coleta na cidade para os desabrigados de São Luiz do Paraitinga. “Comecei a arrecadar doações na minha própria casa. Hoje os batalhões da PM já estão recebendo as doações também. Juntamos algumas empresas e universidades que estão nos apoiando agora, cedendo seus espaços para receber essa importante contribuição”, finalizou o instrutor de rafting.
Serviço
O que doar:
materiais de limpeza, como detergente, água sanitária, e vassoura; higiene pessoal como sabonetes, fraldas geriátricas e infantis, e absorventes.
Projeto Enchentes:
Blog com mapa que mostra as áreas inundadas, rotas alternativas e locais para doações em todo o Brasil: http://projetoenchentes.radioramabrasil.com
Endereços para entrega de doações em São Paulo:
- Rua Bernardino de Campos, 1624 – Campo Belo.
(11) 4115-0361 / (11) 9593-4205 / (11) 8398-2431
- ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing)
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Dias 5 e 6 receberá as doações no período das 10h às 21h.
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